terça-feira, 26 de abril de 2011

Transporte Marítimo




Finalmente poderemos ver nesta quarta feira o ponta-pé inicial para a implantação do transporte marítimo na grande Florianópolis, a luta e o projeto vieram do prefeito de Palhoça Ronério Heiderscheidt, fundamentado pelo projeto executivo em novembro de 2010.
Ronério corre para que seja aprovado pela capitania dos portos o passeio inaugural, passeio este que contará com a presença de autoridades, empresários e jornalistas. O Caramarã tem previsão para sair nesta quarta-feira às 10h, o passeio terá a duração de aproximadamente uma hora e meia e sairá da Capitania dos Portos, perto da Ponte Hercílio Luz, no sentido Palhoça, em direção a São José e Florianópolis. Posteriormente ruma para Biguaçu e Governador Celso Ramos, retornando para a Beira-Mar Norte, e atracando na Capitania dos Portos, na Capital.
A embarcação está em passagem por Santa Catarina, ele faz parte da Marinha Brasileira e o prefeito de Palhoça quer aproveitar o ensejo para mostrar que o projeto é mesmo viável.




O evento deve marcar com a assinatura do protocolo de intenções com os prefeitos de Palhoça, Florianópolis, São José, Biguaçu e Governador Celso Ramos. Também são esperadas as assinaturas do documento, do governador Raimundo Colombo, do presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Merisio, e dos cinco presidentes das Câmaras de Vereadores dos municípios envolvidos.
O povo da grande Florianópolis espera que essa iniciativa do prefeito de Palhoça Ronério Heiderscheidt, seja visto com bons olhos e que seja seguido pelas demais autoridades ou mesmo empresários.  Afinal está na hora de Florianópolis, uma cidade turística, uma ilha por excelência, tenha seu transporte marítimo.
Está na hora das autoridades mostrarem que realmente estão fazendo algo pelo povo catarinense, o passo foi dado agora é atitude.

Ismênia Nunes

B O P E


O BOPE - Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar juntamente com o serviço de inteligência das Polícias Militares e Civis estão intensificando o cerco a masculinos suspeitos. O BOPE, bem como toda polícia trabalha dioturnamente para prender os responsáveis pelos ataques aos policiais que vem acontecendo na grande Capital. Até o momento já foram seis ataques ocorridos em pontos diferentes da cidade. Os postos de Biguacú e de Ingleses foram os últimos a passar por este tipo de atentado.
            Os suspeitos agem sempre de motos com dois indivíduos que disparam tiros contra os postos de polícia, felizmente nenhum policial ficou ferido. Os policiais civis e militares estão apertando o cerco e seja qual for o objetivo destas pessoas, certamente não lograrão êxito, mais cedo ou mais tarde estes indivíduos serão presos.



           Com os últimos acontecimentos o trabalho do BOPE e de toda polícia foi intensificado. Na tarde de ontem por volta das 15h 30min o BOPE mais uma vez abordou em plena luz do dia quatro suspeitos que estavam dentro de um carro branco; populares passavam no local o que chamou a atenção de que mesmo durante o dia estes elementos insistem em agir na cara na polícia.
           Uma coisa é certa, dia ou noite estes indivíduos serão presos, afinal como diz o velho ditado: O crime não compensa.

Ismênia Nunes

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ônibus Anfíbio


Londres tem uma gama diversa de povos, culturas e religiões e mais de 300 idiomas são falados em seu território. Em julho de 2007, a população oficial era de 7.556.900 habitantes dentro dos limites de Londres, tornando-se o município mais populoso da União Europeia. Sua área urbana (a segunda maior da UE) tem uma população de 8.278.251 habitantes. Extensão territorial: 244.100 km²

Londres não tem praia, mas tem parques. (Fonte: Google)



"APROVEITO PARA ANEXAR algumas informações sobre estas duas cidades, QUERENDO MOSTRAR que nosso Estado SANTA CATARINA e nossa Cidade FLORIANÓPOLIS estão muito aquém de muitas metrópoles, e não precisamos ficar desta forma. Florianópolis é a segunda cidade procurada para viagens inclusive por estrangeiros. E o que fazemos para melhorar o turismo, o trânsito e a cidade?

Será que Florianópolis tem que viver na era medieval onde ainda se andava de barcos? Bem, nem o transporte marítimo a cidade tem, uma cidade turistica com 42 praias.

O prefeito diz que um transporte assim não levaria nada a lugar algum.

 Londres não pensa assim, aliás nem praias eles tem, mas nem por isso pararam no tempo. 
Não existe em Florianópolis passeios de barco público, em que a prefeitura ou o Estado tenha investido. Somente COOPERATIVAS de pescadores, ou barcos PARTICULARES, está na hora do governo investir no transporte marítmo a preço popular, para os moradores e para os turistas".

E a PONTE HERCÍLIO LUZ? Vão deixar cair, ou estão esperando por mais um superfaturamento?

Em São José a Beira Mar está a beira de um colápso, será que sai? São obras iniciadas e não concluidas, dinheiro público jogado no lixo, ou seria no bolso...

                                                               Ismênia Nunes







E então Governador e Prefeitos da Grande Florianópolis, vamos
INVESTIR na CIDADE  e no POVO?"

Ismênia Nunes

Daí a César o que é de César

Nesta manhã recebi um e-mail e achei por bem divulgar aqui no blog a notícia.

Afinal é um exemplo.

E-mail:
Em meio a tantas notícias ruins e dolorosas das últimas semanas, penso que notícias como esta, são ótimas para fortalecer a nossa esperança no amanhã... são um bálsamo, inegavelmente. Claudio Luis




Motorista vítima das chuvas no RJ encontra R$ 74 mil e devolve ao dono

Dinheiro foi esquecido por passageiro na poltrona de um ônibus.
Agricultor contou que vendera carro para pagar tratamento de saúde da filha.

Vítima das chuvas que assolaram a Região Serrana do Rio em janeiro deste ano, o motorista de ônibus Joilson Chagas se deparou com uma provação. Depois de perder a casa da tragédia, após uma viagem de trabalho, entre Nova Friburgo e a capital fluminense, ele encontrou R$ 74 mil e devolveu ao dono.
Era a primeira viagem do dia e na chegada, depois da vistoria de rotina no veículo, feita após a saída dos passageiros uma surpresa: encontrou um celular e um pacote com documentos e o dinheiro perto da janela da poltrona de número 13. “Cheguei e vi um pacote enrolado com um
papel e um celular. Tirei, botei em cima da poltrona e verifiquei que era dinheiro. Muito dinheiro. Peguei, desci do carro e falei: ‘meu Deus, o que é que eu faço?’. É tentador”, admitiu o motorista.
Na volta ao terminal, viu um homem chorando e, sem saber que era o verdadeiro dono do dinheiro, foi perguntar o que tinha acontecido. “Ele disse que tinha perdido um documento no Centro do Rio. Eu perguntei o que era e vi que tudo o que ele tinha perdido estava comigo, dentro do ônibus. Eu perguntei se o celular dele era o que estava comigo e ele entrou em desespero. Acho que imaginou que eu estava com o dinheiro dele. Chamei ele num canto, conferi identidade, a passagem, tudo foi confirmado e fiz a devolução”, lembra Joilson.
O dono do pacote, que pediu para não ser identificado, era um agricultor que mora na Zona Rural de Friburgo. Segundo ele, o dinheiro era fruto da venda de um veículo que ele usava para escoar a produção e seria usado para pagar o tratamento de saúde de uma filha adolescente. Quando recuperou o pacote, chegou a oferecer uma recompensa de R$ 2 mil ao motorista, que recusou a oferta.
“Dê a César, o que é de César. Dê a Deus o que é de Deus. É bom a gente usufruir do que é nosso. O que não é nosso tem que ser devolvido. Fiz o que era certo. A melhor coisa que tem é você deitar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo”, resumiu Joilson.




                 Realmente é um belo exemplo. Mas tive um caso deste acontecido quando era pequena com meu pai. Ele também achou uma quantia grande quando eu era pequena, e foi até a rádio descrevendo o pacote e o lugar sem dizer o conteúdo, uma senhora idosa havia perdido toda aposentadoria que estava ali, meu pai devolveu o dinheiro. Algum tempo depois nossa casa queimou, ficamos só com as roupas do corpo, eu tinha dois anos, meu pai não tinha pago a casa. Comprara com empréstimo, na verdade um adiantamento de possível vendas futuras, vendia colchas. A rádio sabendo do acontecido fez uma campanha a favor dele que ganhou tudo pra reerguer a casa. Casa está que vivo hoje.
                Ismênia Nunes

RESPOSTA:
Realmente são histórias muito bonitas, de ética, de caráter.

E agindo bem para com a vida, a vida age bem conosco.

Você receberá, de retorno, tudo o que der aos outros, segundo a lei que nos rege os destinos. André Luiz

Smiley

Abraços,

Cláudio Luis 

sábado, 16 de abril de 2011

Homofobia?

?
Homofobia?




 
Homofobia?




Outro dia ao passar pela rua uma pessoa me parou. A priore me assustei um pouco, não sabia do que se tratava. Logo observei que era alguém desprovido de família, ou melhor, de amor, de compreensão de uma família. E pior, mais uma vítima do preconceito, da ignorância, do descaso.
            Tão logo começou a falar observei que aquele jovem era mais uma vítima do preconceito sexual. Dissera-me: - Desculpe te incomodar, é que eu venho do interior do Paraná, fui posto para rua de casa por meu padrastro por ser  homossexual. Procurei por um albergue só que o único albergue da cidade está fechado. Já estou desde ontem sem comer. Agora pela manhã comi algumas uvas que uma senhora me deu e uma bolacha que também me deram.
             Parecia uma pessoa muito sóbria, mas sofrida pelo preconceito social e familiar. Eu estava vindo de um trabalho de faculdade e por isso havia posto um bleiser preto, o que com certeza fez o moço imaginar que tinha uma boa colocação no mercado de trabalho. Falei de minha condição de estudante. Sabia que não tinha muita coisa na carteira, mas abri e encontrei algumas moedas. Não sou a favor de esmolas, penso que ela não ajuda muito e que o melhor é o trabalho e o estudo, mas vi que não se tratava de um desocupado ou de um viciado e sim de alguém que estava passando por uma grande prova, não tinha o apoio da família, estava sozinho e com fome.
            Infelizmente minha condição de estudante não me permitia fazer muito por aquela pessoa. Recomendei que procurasse a Assembléia Legislativa, ali perto. Que ali tentasse falar com um Deputado e conseguisse auxílio.
            O rapaz se retirou e foi em direção à Assembléia e eu fiquei ali matutando...
            Até que ponto meu Deus somos humanos? Até que ponto o preconceito faz com que nós façamos de nossos irmãos, de nossos filhos pessoas sem direito de ter uma vida em família, de ter o direito do pão de cada dia, do convívio familiar? Tudo por preconceito, por que nós não aceitamos sua opção sexual. Como um pai põe um filho na rua sem casa, sem comida, sem cama, sem pão, sem chão? Como? Tudo por preconceito, quando as pessoas irão aprender a serem mais humanas? A entender que o outro tem o livre arbítrio e o direito de ter suas próprias escolhas, aliás, nem sempre é uma escolha dizem que é algo que já nasceu com eles, alguns tentam lutar contra essa tendência, mas lhes é intrínseco, é algo impossível dizem. Não é nem o fato de concordar, de aceitar ou não a escolha do outro, mas uma questão de respeito, de humanidade. Tentar compreender, usar de empatia já é um caminho. Ver que todo ser humano tem o direito as suas escolhas, direito de tentar ser feliz. Feliz a sua maneira. Eu concorde ou não as escolhas são dele, ou dela, não minhas.
            Senti que podia confiar naquele rapaz, e por isso falei que era estudante de jornalismo. Lembro-me que ao sair em direção a Assembléia o jovem me falou: - Também queria fazer jornalismo... E mais uma vez senti a dor da incompreensão por que passava aquele jovem, e que o mundo não pudera naquele momento auxiliar e mudar sua situação tão infeliz.
            Quantos têm as oportunidades e não reconhecem, não aproveitam e muitas vezes ainda reclamam da vida. Quantos têm casa, comida na mesa, família, podem estudar, até fazer uma faculdade e não dão valor...
            E tantos outros querem um prato de comida, uma família, estudar e não podem. Oportunidade de cursar uma faculdade, mas não lhe é concedido. Se Karl Marx vivesse neste tempo, se ele estivesse aqui com certeza faria o que faço agora, pegaria caneta e papel e escreveria...
            “Eu também queria fazer jornalismo...”.







"Dias depois liguei para a prefeitura de Florianópolis para checar a informação referente não existir um Albergue na cidade. E depois de informar que o Albergue não pertencer à prefeitura e sim ser de âmbito particular. O mesmo encontra-se em reformas e a previsão para reabertura é maio de 2011, dependendo da velocidade da obra."Existe um projeto da Prefeitura a Creaspop - Centro de Referência Especializado de Assistência Social à População de Rua. Localizada na Rua Paulo Fontes, Passarela Nego Querido, Antiga Casa da Liberdade. Que dá um atendimento psicológico e encaminha para os orgãos especializados. No caso de usuários de drogas para atendimento e tratamento. Porém com relação ao caso, após contato telefônico buscando informações fomos informados que o Rapaz chama-se Luiz, que está sem documentação e sem dinheiro. Ele quer ir para Curitiba e é claro trabalhar e estudar. Mas sem documentos é algo realmente dificil. No local este comeu e tomou banho e será encaminhado ao NAF RODOVIÁRIO - Núcleo de Apoio a Família, um orgão da prefeitura, localizada atrás da Rodoviária da cidade para ser atendido. O orgão faz o B.O e costuma fornecer passagens para seu deslocamento.





Encontrei um texto que fala da homofobia




O que é homofobia 

Homofobia caracteriza o medo e o resultante desprezo pelos homossexuais que alguns indivíduos sentem. Para muitas pessoas é fruto do medo de elas próprias serem homossexuais ou de que os outros pensem que o são. O termo é usado para descrever uma repulsa face às relações afetivas e sexuais entre pessoas do mesmo sexo, um ódio generalizado aos homossexuais e todos os aspectos do preconceito heterossexista e da discriminação anti-homossexual.

O que é o heterossexismo?
O termo "heterossexismo" não é familiar para muitos porque é relativamente recente. Só há relativamente pouco tempo é que tem sido utilizado, juntamente com "sexismo" e "racismo", para nomear uma opressão paralela, que suprime os direitos das lésbicas, gays e bissexuais. Heterossexismo descreve uma atitude mental que primeiro categoriza para depois injustamente etiquetar como inferior todo um conjunto de cidadãos.
Numa sociedade heterossexista, a heterossexualidade é tida como normal e todas as pessoas são consideradas heterossexuais, salvo prova em contrário. A heterossexualidade é tida como "natural", quer em termos de estar próxima do comportamento animal, quer em termos de ser algo inato, instintivo e que não necessita de ser ensinado ou aprendido.
Quando seres humanos dizem que algo é "natural", em oposição a um comportamento "adquirido" através de um processo de aprendizagem, geralmente querem dizer que não é possível desafiá-lo nem mudá-lo e que seria até mesmo perigoso tentar fazê-lo. No passado, dominava a ideia de que os homens eram "naturalmente" melhores nas ciências e no desporto e líderes natos, mas as mulheres tiveram a oportunidade de desafiar estas ideias e de mostrar o homem e a mulher numa perspectiva completamente diferente. Este desafio foi facilmente perpetuado assim que se começou a evidenciar que os homens são empurrados para posições de vantagem por uma sociedade que está estruturada para os beneficiar, um processo (a opressão das mulheres) mais tarde denominado de sexismo. Do mesmo modo, tem-se tornado evidente que a heterossexualidade, tal como a dita superioridade masculina, é tão natural, como adquirida. O fato de a maioria dos homens e mulheres a escolherem como a sua forma preferida de sexualidade tem por vezes mais a ver com persuasão, coerção e a ameaça de ostracização do que com a sua superioridade como forma de sexualidade.
O heterossexismo está institucionalizado nas nossas leis, orgãos de comunicação social, religiões e línguas. Tentativas de impor a heterossexualidade como superior ou como única  forma de sexualidade é uma violação dos direitos humanos, tal como o racismo e o sexismo, e devem ser desafiadas com igual determinação.

terça-feira, 29 de março de 2011

Bullyng Silencioso



Bullyng Silencioso




Bullyng palavra estrangeira que já conhecemos e que vêm crescendo em nossos dias de hoje. Muitos o conhecem. E veem ele, como uma forma de violência declarada; aquela que fere, que machuca, que agride verbalmente. Mas podemos garantir que existe ainda uma outra forma de bullyng, um bullyng que se esconde atrás dos rostos daqueles que querem passar uma imagem que na verdade não têm. Uma imagem sombria, atrás de um olhar de repulsa, de um olhar de constrangimento, de um olhar de negação, ou mesmo de um olhar de preconceito. É o bullyng silencioso.
Talvez ele fira tanto quanto ou até mais que o bullyng que conhecíamos até agora, por que ele não dá as caras, ele é mascarado, fica entre a vítima e o opressor. O bullyng silencioso fere tanto quanto o bullyng que víamos até agora, ele quer calar antes mesmo de manifestarmos nossa palavra, nosso pensamento, nossos atos...
            Entre o bullyng que já conhecíamos antes, o bullyng silencioso desaprova, olha o outro com aquele olhar de reprovação, fere com o olhar e às vezes com palavras disfarçadas em duplo sentido. Ele poli, atrofia, inibi e exclui. Mostra um rosto de mentiras e de falsidades, onde muitas vezes é compartilhado com um grupo de outros tantos opressores que disfarçam suas atitudes.
            As pessoas vítimas desse tipo de bullyng fazem parte de uma exclusão social, muitas vezes por motivos bobos e mesquinhos, por sentimentos de inveja, por sentimentos de uma falsa superioridade da parte do repressor. A pessoa que sofre este tipo de preconceito fica a margem do grupo, da sociedade.
            A pessoa ou o grupo que pratica fica numa posição de falsa superioridade moral, superioridade essa que cai por terra quando essas mesmas pessoas ou grupos precisam resgatar ou manifestar uma caridade, uma empatia que há muito não existe nos que se dizem humanos. Afinal o bullyng e principalmente esse tipo de bullyng silencioso torna a pessoa que a pratica e que quer de certa forma tornar-se superior à outra, uma pessoa amarga, ranzinza, esnobe, sem sentimentos e que acaba esquecendo de compartilhar, de fazer amigos, de sorrir, de viver, de amar...

Ismênia Nunes
29/03/10 – 03h23min

quarta-feira, 23 de março de 2011

Parabéns Florianópolis






Parabéns Florianópolis


Florianópolis... Florianópolis...
Parabéns, Parabéns...
Hoje você mais um ano completa...
E embora cada vez esteja mais velha,
Sua beleza parece cada vez ainda maior...
Parabéns, Parabéns...
Florianópolis... Florianópolis...
Neste dia 23 de março...
Mais um ano, mais um passo...
Esta cidade sempre linda, sempre linda.
E maravilhosa sempre bela...
Os anos passam e você
Florianópolis, cada vez mais linda está...
Esta ilha encantada, esta ilha da magia,
Cheia de fantasias, de magias e de encantos...
Hoje quero te felicitar e quero-te parabenizar...
Por mais um aniversário...
Por esta data tão especial...
Desde o início fostes o berço de nossa gente...
Desde o início fostes a nossa e sempre
Bela Florianópolis, Floripa para alguns...
Sempre Bela, sempre Mágica, sempre Encantada...
Parabéns Florianópolis... Parabéns...


Ismênia Nunes
Ilha de Santa Catarina

sexta-feira, 18 de março de 2011

Senadores querem sistema de prevenção a desastres naturais no Brasil

Parlamentares se solidarizaram com o povo japonês, devido ao terremoto que atingiu o país na última sexta-feira (11), e pediram providências para que o Brasil tenha um sistema mais eficiente de prevenção para enfrentar desastres naturais.

Um requerimento do senador Jorge Viana (PT-AC), que deve ser votado pelo Senado, prevê a criação de uma comissão para discutir alterações no sistema de defesa civil brasileiro.

No documento o senador comparou a realidade brasileira com a de outros países. Segundo ele, a resposta brasileira em situações de desastres é descoordenada e depende muito da capacidade de auto-organização da sociedade.

O senador apresentou o pedido depois da tragédia que atingiu a região serrana do Rio de Janeiro e matou centenas de pessoas. Nos últimos dias as fortes chuvas atingiram também municípios do Rio Grande do Sul, como lembrou a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS). Em pronunciamento no plenário do Senado, ela se solidarizou com o povo japonês e disse que a tragédia deve servir como uma lição para o Brasil.

"Para que a gente tenha como o Japão tem, uma prevenção bastante profissional, bastante técnica para evitar que as calamidades continuem matando milhares e milhares de pessoas ao redor do mundo", disse.

O senador Marcelo Crivela (PRB-RJ) também fez um apelo para que no Brasil tragédias como essas possam ser minimizadas.

"Esse é o nosso dilema. Nós vivemos num país onde os rios transbordam, onde temos enchentes no verão, onde as nossas encostas desabam, sobretudo as mais arenosas. Isso ocorre já há tanto tempo e nós não nos prevenimos porque desenvolvemos ao longo do tempo essa capacidade pública de esquecer as nossas tragédias", declarou.

Fonte: Rádio Senado

Nosso PLANETA grita





O gelo está encolhendo…



                   Imagens da Groenlândia e da Antártica obtidas por satélite mostraram que várias geleiras estão encolhendo mais rapidamente do que o esperado. Segundo cientistas britânicos, desde 2003 os glaciares perdem 9 metros de profundidade por ano.
                  Na Groenlândia, 81 das 111 geleiras observadas estão afinando; na Antártica, algumas áreas registraram entre 2003 e 2007 índices anuais de perda de gelo 50% superiores aos vistos entre 1995 e 2003. O processo é mais intenso ao longo da costa, onde os rios de gelo ganham velocidade antes de deslizar para o mar.
Fonte: Jornal da UNICAMP – http://www.unicamp.br/





Serra do Rio MAIS de 1000 mortos


Quando vamos deixar de construir em encostas?
Ter um programa para prevenir catrastrofes?
Fazermos construções planejadas?
Respeitar as áreas de preservação ambiental?




Se o homem não se concientizar de sua responsabilidade será o principal atinguido.
E o governo? Está se empenhando em fazer algo concreto? Geólogos e outros profissionais onde estão?




No Brasil: São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro...
No exterior, Nova Zelândia, Japão entre outros...




   Japão, pode superar os 10 mil mortos


                 O número de mortos na província Miyagi, a mais afetada pelo terremoto da sexta-feira no Japão, pode superar os 10 mil, assegurou neste domingo o chefe da polícia da província, Naoto Takeuchi, à rede de televisão NHK.
                  Em Miyagi, continuam sem ser localizados 9.500 habitantes de Minamisanriku, um povo que foi praticamente arrasado pelo tsunami produzido pelo terremoto, que, com 9 graus de magnitude, está entre os mais graves que se registraram no mundo.
                  O comando policial disse que só em Miyagi o número de vítimas fatais superará com segurança os 10.000, quando os números oficiais divulgados são muito conservadoras. Por enquanto, o cálculo oficial mantém que são 801 os mortos e 678 os desaparecidos pela catástrofe, “sem precedentes” na história do Japão, segundo o primeiro-ministro, Naoto Kan.

Fonte: http://blog.controversia.com.br/2010/04/10/

sábado, 22 de janeiro de 2011

PRECISAMOS SALVAR nosso Planeta Água

             A natureza está cada dia mostrando que precisa de ajuda. Vemos todos os dias, enchentes, maremotos, vendaváis, deslizamento de terras, poluíção, queimadas, descongelamento das geleiras, mortes de peixes, tsunami.
            E ficamos de braços cruzados, vamos nos concientizar e fazer algo por nosso mundo, por nosso planeta água antes que seja tarde demais.

Ismênia Nunes


Música: Planeta Água

Composição: Guilherme Arantes

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos...
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...
Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...(2x)

             Guilherme Arantes, muitos de nós conhecemos apenas o Cantor, o artista, o músico, não sabem que por trás dele existe todo um trabalho ambiental. É uma pessoas engajada nas causas da natureza e do meio ambiente e é claro das pessoas que estão nele encutidas.
             Guilherme Arantes como poucos se preocupa com nosso planeta. Não precisamos ser famosos, ricos para fazer nossa parte.
             A natureza está cada dia mostrando que precisa de ajuda. Vemos todos os dias, enchentes, maremotos, vendaváis, deslizamento de terras, poluíção, queimadas, descongelamento das geleiras, mortes de peixes, tsunami.
            E ficamos de braços cruzados, vamos nos concientizar e fazer algo por nosso mundo, por nosso planeta água antes que seja tarde demais.
           Será que você já pensou que um dia a água possa ser tão excassa que possa haver guerras por ela, sem falar que se isso ocorrer o preço de um litro de água será tão exorbitante que somente os que dispõe de capital terão acesso. Parece algo muito longe de nossa realidade, mas se continuarmos tratar nosso planeta com esse descaso mais cedo ou mais tarde muitos padecerão por sua excassez.
            Guilherme Arantes preside o Institudo Planeta água, um trabalho lindo que deve ser seguido.
             Abaixo os lincks, as fotos e dois vídeos da música PLANETA ÁGUA.
               Vamos refletir sobre nosso papel no mundo e de nossa responsabilidade com relação a vida, a água, ao meio ambiente ao lixo e as pessoas. O tempo urge.


            Ismênia Nunes









 

 

 

 


SITE OFICIAL - www.guilhermearantes.com.br/

PRODUTORA e POUSADA - http://www.coaxodosapo.com/br/index.html

INSTITUTO - http://www.planetaagua.net/

 




quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Catástrofe no Rio


Nesta terça-feira, falava-se da tragédia acontecida na região serrana do Rio de Janeiro, onde as cidades de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo foram completamente devastadas pelas enxurradas que não cessavam. Além de alguns pontos em São Paulo. Porém somente nesta quarta-feira é que o Mundo pode ver o que acontecia naquelas regiões do Brasil. O Rio, região serrana foi o mais castigado onde as proporções foram ainda maiores; ficando completamente destruídas. As cidades inexistem. Desde 1996 as tragédias já vinham acontecendo, repetindo-se nos anos de 2002, 2003, 2005, 2009, 2010 e agora em 2011. Percebia-se que a natureza queria de certa forma avisar que algo de muito grave estava por acontecer. Mas a humanidade parecia não querer acreditar. Será que precisamos chegar a esta situação para acordarmos? Ou ainda continuaremos a dormir, de olhos fechados e braços cruzados? Será que poderíamos ter evitado tudo isto? Poderíamos ter feito algo?
            Segundo o Professor Moacyr Duarte – UFRJ- Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialista de riscos diz que sim, que esta catástrofe poderia ser evitada, mas então por que não o fizemos? Segundo ele tudo isto está relacionado ao impacto ambiental, ao descaso que estamos dando ao nosso meio ambiente. Fala da necessidade de um estudo ambiental antes das ocupações, das construções. Mas como pudemos verificar estes estudos não eram feitos, as ocupações nos morros, continuavam; as pessoas devastando os morros, não respeitando os ambientes que vivem. Além disso, o local fica onde existem rios encaixados, as encostas cederam, o vale era um vale inclinado toda água chega à cabeça do rio numa velocidade aproximada de 80 km/h. Ainda segundo o que diz o Prof. Moacyr, rochas de 80 a 100 toneladas desceram, as águas dos rios subiram 5 a 6 metros depois de uma hora de chuvas constantes.
            Até o momento o número de vítimas atingiu o número de 352 mortos sendo 36 em Petrópolis, 148 em Teresópolis e 168 em Nova Friburgo. Acredita o professor, que o número de mortos possa duplicar ou triplicar podendo ainda chegar a 500 mortos ou mais. Uma região ainda isolada, a de Campo Grande onde se acredita que pelo menos 150 pessoas estejam soterradas. Muitos lugares ainda estão sem acesso até para as equipes de resgate. As áreas atingidas estão devastadas como que a passagem de um terremoto. Estima-se certa de 3000 desabrigados só no Rio de Janeiro. Na tentativa de salvar aquelas pessoas três bombeiros morreram soterrados. Uma alegria, para os presentes, em Nova Friburgo após 10 horas um bebê foi resgatado com vida debaixo dos escombros. O pai da criança foi retirado depois de mais cinco horas de escavações, também com vida.

   

                             
            Já em Franco da Rocha, São Paulo continua chovendo. E a previsão é de mais chuvas, tempo está completamente fechado. Região com vários prédios públicos todos em baixo de água, sendo delegacia de polícia, prefeitura, fórum e câmara municipal. A praça da cidade totalmente alagada, onde o rio cruza a cidade e recebeu uma quantidade de água que veio da represa Paiva Castro (Mairiporã), que teve de ser aberta para que a catástrofe não fosse ainda maior. Toda essa água desembocando no rio, liberando 80 metros cúbicos por segundo no rio de Franco da Rocha que já não suportava mais tanta água. Não há registro de mortos ou feridos, mas 35 famílias foram desalojadas. Nas ruas, lixo; muitos entulhos, às águas dos esgotos e fluviais misturam-se e podemos imaginar as consequências de tudo isso. Pessoas tomando banhos nestas águas, o perigo de doenças desde leptospirose, tétano, hepatite A, gastrenterites, diarréias. Alerta-se pelo perigo do tétano e autoridades pedem que à população procure por posto saúde para tomar vacinas de tétanos e hepatite. Mas será que os postos ainda têm estruturas e vacinas ou será que as águas também levaram tudo? Uma verdadeira calamidade pública. Dor na panturrilha, dor nos olhos, febre alta, podem são sintomas de leptospirose. E se alguém sentir estes sintomas precisa procurar o serviço de saúde urgente. O risco de morte existe.
            Já o Engenheiro e Professor Albert Saiam, diz que poderíamos ter amenizado isto, situações parecidas ocorreram nos anos de 1966 e 1967. Ele fala da instabilidade do terreno, do problema da ocupação desordenada, das escavações que as pessoas fazem para construção de casas, com as degradações das encostas chegando a uma erosão. Sem a vegetação para proteger o terreno, a terra se encharca e com as chuvas que não param. A terra não absorve tanta água, não se contém chegando ao clímax da situação.
            A presidente Dilma Rousseff irá sobrevoar o local, e um hospital de campanha será construído para atendimento das pessoas; o governo federal já liberou 780 milhões para recuperação.
            Outros países estão passando por estas calamidades, Austrália é um exemplo, e por que será que tudo isso está acontecendo no Brasil e no mundo? Há aproximadamente 25 ou 30 anos falava-se na possibilidade das geleiras derreteriam, devido ao aquecimento global, mas ainda naquela época a população não acreditava nestas previsões. Percebemos que o planeta está gritando, pedindo socorro, pedindo para ser socorrido e ser cuidado. Mas o que fazemos? Poluímos, desmatamos, jogamos lixo, e não reciclarmos. Precisamos fazer nossa parte. Ou lutamos pelo planeta ou seremos vitimas de nós mesmos.
            As catástrofes não param de acontecer no Brasil e no mundo, são enchentes, quedas de barreiras, entre outras coisas. E o que faremos para mudar isto? 
            Precisamos de saneamento básico, tratamento da água, tratamento do lixo, aliás, não tratarmos lixo como lixo. Levarmos mais a sério a reciclagem e acima de tudo a destinação do lixo, com 100% de aproveitamento, separando em recicláveis e orgânicos onde podemos reaproveitar para adubos. Precisamos de campanhas de conscientização para a separação e reaproveitamento do lixo. Precisamos de programas para uma reeducação ecológica e mudarmos nossos hábitos para sermos mais conscientes com nosso planeta. Já existem leis para a reciclagem, mas quantas pessoas levam isso a sério? E a fiscalização? Porém antes disto precisamos de consciência, sem ela as leis não terão o mesmo valor. Precisamos de propagandas, programas, que mostrem ao povo da necessidade disto, as escolas precisam ter um plano para ensinar a reciclagem, os postos saúde devem acompanhar, estendendo-se o ensinamento nas casas, como fazem nos programas que já existem como os agentes comunitários, com visitas e conscientização. Lembrando que conhecimento não é consciência. Um trabalho que necessita sim de consciência e de amor para realizar, por que sem amor não realizamos nada. Uma verdadeira conscientização coletiva. Precisamos de usinas de lixo para que todo lixo seja reaproveitado e não mais jogado na natureza. Precisamos dar condições para pessoas que não tem onde morar, construirmos verdadeiros condomínios populares, e dependendo das condições até que seja sem custos nos casos de tragédias, e com baixos custos para pessoas de baixas rendas, condomínios estes com infraestrutura, e onde se possa aproveitar as águas das chuvas e a luz solar. Investirmos em fontes renováveis e limpas, não esquecendo do aproveitamento dos ventos. Precisamos aprender com estas catástrofes para que possamos reconstruir, mas reconstruir com consciência ambiental. Mas que não sejamos egoístas e que nossos planos e estratégias possam através da ONU - Organização das Nações Unidas, se estender a outros países, a humanidade necessita mudar não somente nós, do Brasil, mas o mundo, afinal o planeta pede por socorro. A luta é uma luta silenciosa. Mas que precisa da união dos povos para que seja posta em prática. Vamos nos unir pelo planeta e pela vida numa causa de amor pela humanidade.


                 

           


Texto: Ismênia Nunes
Estudante de Jornalismo