sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Jornalista Jucinei Cardoso


Foto Ismênia Nunes



 Por Ismênia Nunes


Jucinei Cardoso, 32 anos, é editor chefe da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina

Jucinei Cardoso, jornalista formado em 2001 pela Unisul, natural de Santo Amaro, funcionário da Assembleia Legislativa (AL) há seis anos e, desde então, exerceu as funções de produtor, editor, repórter, apresentador, hoje editor chefe.
Ao questionarmos se antes do jornalismo idealizava a profissão, ele nos diz que não. E como todo adolescente tem suas dúvidas, ficava pensando o que iria escolher. Ainda no segundo grau, alguns colegas de turma chamavam a atenção o aconselhando a fazer jornalismo, devido ao tom de voz. Como nutria uma simpatia e essa profissão, tinha uma habilidade em produzir texto e em língua portuguesa, volta e meia se via com uma gramática em mãos, tinha sede de saber; pesquisou sobre o curso de jornalismo e identificou-se, imediatamente, com ele.
Enquanto estudante de jornalismo, Cardoso defendeu a tese Análise da linguagem utilizada na editoria policial, e acrescentou: foi muita leitura, muita pesquisa. Observou que havia jornalistas os quais acabaram assimilando os termos que fazem parte da editoria policial, esses traziam à baila para seu dia a dia, como exemplo, cita o jornalista catarinense Hélio Costa.
Em relação ao jornalismo, sua visão teve um novo conceito depois de conhecer melhor a profissão. Antes o via como algo glamoroso. Hoje seu olhar é outro, vê a profissão com responsabilidade, respeito às pessoas, às fontes e entende, com mais propriedade, a função de jornalista. A profissão ainda lhe faculta conhecer pessoas, o que, de certa forma, auxilia em várias nuances de sua vida e carreira, como ser indicado, por amigos a um cargo.

Foto Ismênia Nunes

Nestes dez anos de profissão, atuou em diversas instituições, tendo iniciado como apresentador num projeto da própria faculdade, o SBT Metropolitano e, desde o início, identificou-se com a função. Posteriormente, trabalhou no Jornal O Estado ainda como estagiário, na editoria geral. Em seguida num Programa Independente onde era o produtor. Devido à participação no projeto SBT Metropolitano retornou à emissora, como repórter e produtor, e logo depois vindo a atuar na TV COM também como repórter e produtor, seguindo no trabalho foi o produtor de uma Produtora de Vídeo, e agora se encontra há seis anos na Assembleia. Num primeiro momento, não se via fazendo televisão, era tímido dizia, porém, com a prática de projetos na própria faculdade, tendo sido escolhido como apresentador desde então chegou à conclusão que era o que queria fazer.
Quando questionado em relação aos erros cometidos pelos jornalistas e locutores, ele nos responde que isso ocorre devido à grande velocidade dos fatos, pois vivemos num ritmo alucinante. Mas que também pode acontecer por desatenção, por não haver checado uma informação, por exemplo.
Ressalta que, acima de tudo, ama o que faz e para ele é o mais importante. 
Aconselha aos estudantes de ensino médio a escolher algo de que gostem. Diz que o bom profissional é exatamente aquele que ama o que faz e tem prazer profissional. Fala da doação que a profissão exige, mas que as pessoas notam que você gosta de seu trabalho. É necessário identificar-se, ter habilidade. O trabalho não é um peso, é um crescimento, uma troca de experiência. Cardoso diz que curte a profissão, e que os jovens devem pesquisar, olhar as grades curriculares, verificar o mercado. Para o bom profissional, sempre existe espaço. E acrescenta, que apesar dos dez anos de jornalista, continua num eterno aprendizado e constante aperfeiçoamento. 







quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Jornalista Marcelo Lubi - Jornal Metropolitano SC

Jornal Metropolitano


Foto Ismênia Nunes

        
“O jornal que é publicado diariamente desde o ano de 2000 mudou seu foco de origem por entender que Globalização é acompanhada de mudanças de cultura, e o diferencial de cada atividade jornalística é a Inovação”.

       


        Por Ismênia Nunes
  
Marcelo Lubi
Fala de Jornalismo e Ética

O Jornalista e Editor Chefe Marcelo Lubi, fala um pouco de seu trabalho e do jornal que está no mercado há mais de 10 anos. O Jornal Metropolitano iniciou em 1998 como primeiro jornal impresso. Na época Marcelo não era formado em jornalismo, mas tinha no espírito a vontade de falar, de comunicar, de denunciar. O jornal era um ideal, fazer jornalismo naquela época era muito diferente de hoje. Em 2000 o jornal já era o primeiro jornal diário da Net. Marcelo Lubi ressalta: O Jornal e o jornalismo mudou muito.
            Quando questionado a respeito do apoio ao diploma de jornalista ele diz ser favorável, diz que apóia a Fenaj - Federação Nacional dos Jornalistas que defende que todo jornalista tem que ter diploma para iniciar como profissional. Sem formação, não se chega a lugar algum. Porém antes de cursar jornalismo sua visão era outra, desta forma podemos ver que o ensino acadêmico fez até mudar o modo de pensar das pessoas, faz com que as pessoas reflitam melhor. A faculdade amplia os horizontes.

Foto Ismênia Nunes

Lubi fala que sua maior dificuldade ainda é a pressão que existe com relação à liberdade de expressão. Hoje ser dono de um jornal e ao mesmo tempo funcionário público é algo realmente difícil. Coloca que o jornal que faz hoje não é o mesmo  dantes. Pelo fato de ser funcionário do governo percebe que faz um jornalismo monitorado. O jornal denúncia comunidade já não lhe é possível fazer como o fazia algum tempo atrás; embora perceba que outros funcionários públicos o façam. Não pode parar no horário de trabalho e falar de certos assuntos e denúncias que antes fazia.
            A forma do jornal foi alterada 100%, agora o foco está mais no marketing, não faz mais comunidade e denuncias exatamente devido ao monitoramento de que se vê submetido hoje. De fato, uma forma de censura.
            Outra dificuldade é a falta de pessoal, o proprietário faz tudo, ele é o pauteiro, o editor.





Desde seu início até os dias de hoje o metropolitano criou uma marca, é conhecido, lembrado, tem cerca de 2500 new letter.
            Quando questionado sobre as novas mídias inclusive a internet se esta atrapalha o jornal, Lubi diz que cada seguimento tem uma função, a TV dá o recado rápido e esclarece, o impresso dá os detalhes, as reportagens. A internet sucita a notícia, inicia, o jornal completa.
            Quando nos fala a respeito da escolha da capa diz que esta é feita de forma sensacionalista quando se fala de comunidade, e no caso do foco em marketing é profissional. Utiliza sempre o título e o lead com palavras chaves, palavras que chamam notícias, sempre que forem digitadas por procura de informações, notícias, o metropolitano aparece. O nome da cidade de Florianópolis é sempre utilizado para estes fins.
            Seu principal conselho aos jovens é seguir a ética, ser profissional e desta forma ele terá sempre credibilidade, por que um jornalista sem credibilidade é um jornalista acabado.


Foto Ismênia Nunes
       

                                  
                    Ismênia Nunes


sábado, 16 de julho de 2011

Renata Ceribelli lidera Caminhada Medida Certa neste sábado em Florianópolis



Renata participou do talk show Medida Certa,
no Shopping Iguatemi, nesta sexta, às 19h
Foto: João Cotta / Divulgação

                  Jornalista e preparador físico percorreram quatro quilômetros na Beira-Mar Norte

Ismênia Nunes
Foto: Ismênia Nunes
Floripa participou hoje da Caminhada Medida Certa, tendo iniciado às 09h00 da manhã deste sábado, onde André Trombini esquentou o público dando uma aula de alongamento. Já o término acabou ficando dentro da expectativa e encerando às 11h30min.
Renata Ceribelli, jornalista da TV Globo liderou da Caminhada Medida Certa, na Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Nos últimos meses, ela e Zeca Camargo enfrentaram o desafio de emagrecer de maneira saudável no programa Fantástico. Agora, para estender os estímulos a práticas de qualidade de vida, os dois estão visitando onze capitais brasileiras.

 


Fotos: Ismênia Nunes




Renata e o preparador físico André Trombini, que também fez parte do quadro Medida Certa,percorreram quatro quilômetros da pista da Beira-Mar Norte, o principal ponto de caminhada da cidade. Levando com eles cerca de duas mil e quinhentas pessoas.


Nossa querida apresentadora do Jornal do Almoço, Laine Valgas, também compareceu ao evento, parando para fotos com seus fãs.




O Serviço Social da Indústria (Sesi) foi um dos parceiros para que o evento se concretizasse. Além dele observamos a participação e apoio da Casan Companhia de Águas e Saneamento, que distribuiu água aos participantes. Podia-se fazer exames de pressão arterial, IMC, percentual de gordura e risco cardiovascular.  Os participantes aproveitaram o sol para fazer exercício com os aparelhos disponibilizados em
todo percurso da pista da Beira Mar de Florianópolis.

Quem por lá esteve fez uma pequena reclamação aos organizadores: - Faltou "Pipi móvel", o banheiro disponível, de um bar local foi insuficiente para tantas pessoas, quem precisava utilizar o banheiro tinha que enfrentar aquela fila. Fica a dica para um próximo evento.


A equipe já passou por Rio de Janeiro, Belém, Fortaleza e Goiânia. Na agenda, ainda estão Recife (23/7), Curitiba(23/7), Vitória (30/7), São Paulo (31/7) e Brasília (31/7).

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Gerson Luiz Tavares

Nossa Homenagem a Gerson Luiz Tavares
Exímio Trabalhador Espírita que hoje completa mais
Um ano de vida, parabéns amigo! Felicidades!
Homenagem da amiga, Ismênia Nunes

ANTONIO AUGUSTO NASCIMENTO
acnascimento@terra.com.br
Santo Ângelo, Rio Grande do Sul (Brasil)
Gerson Luiz Tavares:
“A Doutrina Espírita tem por missão a regeneração moral
da Humanidade”
 Ex-presidente da Federação Espírita Catarinense e atuante expositor a serviço da divulgação do Espiritismo e da qualificação dos seus trabalhadores, Gerson Luiz Tavares, pai de dois filhos, é advogado do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina. Nascido em 14 de julho de 1964 em família espírita, fala nesta entrevista Movimento Espírita em sua cidade, Florianópolis, e em seu Estado.


O Consolador: Como se tornou espírita? 
Logo que transferiu domicílio de Curitiba para Florianópolis, meu pai passou a ser portador de sintomatologia de mediunidade. Com os desconfortos compreensíveis, próprios de quem ignora essa fenomenologia, resolveu aceitar as sugestões de procurar orientação espírita. Conheceu Oswaldo Mello, fundador da Federação Espírita Catarinense, secretário do Pacto Áureo. Foi orientado por esse admirável espírita catarinense e com rapidez impressionante desataviou-se das práticas católicas. Nesse novo contexto de sua vida, eu nasci, e nem sequer fui batizado. Fui educado, portanto, desde a infância sob as bênçãos da orientação Espírita.   


O Consolador: Qual é a sua formação? 
Graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina, sou Auditor Fiscal de Controle Externo concursado do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina. 


O Consolador: Que livros você já escreveu? 
Publicamos os seguintes livros: O Cristão Moderno, Educação da Vontade, Dinâmica do Pensamento e Temas de Amor e Vida. 

 O Consolador: Qual o retorno dos leitores que tiveram contato com seus livros?  
O retorno tem sido muito agradável. Recebo informações de palestrantes que nossos escritos têm sido utilizados para a elaboração de suas palestras. Recebemos cartas e telefonemas com manifestação de gratidão. Tudo isso é muito gratificante. 


O Consolador: O que você pode destacar de suas obras? E como proceder para adquiri-las? 

O que posso dizer é que são obras simples, que escrevi como manifestação de gratidão à Doutrina Espírita, ao tempo que tive por objetivo auferir recursos para ajudar nas tarefas sociais. Os temas são importantes para nosso cotidiano. Tratam do pensamento, da vontade e de questões que nos fazem refletir a respeito da vida, de nossa origem e nossa destinação. As obras destacam a importância do conhecimento e do amor, sem os quais felicidade e paz não passam de fantasia. Estão esgotados todos os títulos. Estamos revendo as obras antes de decidir por novas edições. Trabalho em novo projeto de publicações que deve ser levado à prática no primeiro semestre de 2009. 
O Consolador: Que cargos você já exerceu no Movimento Espírita? 
Diretor do Departamento Doutrinário, palestrante, coordenador de grupo de estudos e dirigente de reunião mediúnica do Centro Espírita “Amor e Humildade do Apóstolo”. Presidente do Centro Espírita “Amor e Humildade do Apóstolo”. Diretor do Departamento Doutrinário da Federação Espírita Catarinense. Presidente da Federação Espírita Catarinense, cujo cargo deixamos em fevereiro último. Atualmente, além dos compromissos com a Sociedade Espírita “Renascer”, dedicamo-nos às palestras e aos seminários. 
O Consolador: A qual instituição espírita você está atualmente vinculado? 
Durante a infância, a juventude e parte da existência adulta tivemos a bênção de freqüentar, estudar e trabalhar no Centro Espírita “Amor e Humildade do Apóstolo”, a instituição espírita mais antiga de Florianópolis (fundada em 1910), e a terceira do Estado. Atualmente, estou vinculado à Sociedade Espírita Renascer, que mantém o Centro de Educação Infantil Renascer, que atende às famílias com risco social no município de São José – Grande Florianópolis. Sou o atual presidente e coordenador da Área Social da Instituição. 
O Consolador: Qual é o seu envolvimento nas atividades de assistência e promoção social e o que tem sentido nessa tarefa?  
Desde a juventude estamos comprometido com atividades de assistência e promoção social, sob orientação espírita. Atualmente, a entidade que dirigimos atende às famílias de um bairro caracterizado pelo risco social. Mantemos o Centro de Educação Infantil – Creche Renascer. Albergamos oitenta e duas crianças em período integral. Estamos no começo de um programa com adolescentes, ao tempo que nosso projeto é ampliar o atendimento às famílias, com mais amplo processo de promoção social. Considero que as atividades de assistência e promoção social constituem excelente espaço de exercício da fraternidade e solidariedade, exatamente porque as experiências vividas nesse espaço de realizações são portadoras de excelente material de aprendizado.

O Consolador: Que lições você pode relatar acerca dessas atividades? 
Destaco a excelência da concepção espírita de provas e expiações, porquanto constatamos dramas expiatórios importantes, enquanto favorece à caridade amplo terreno para realizações nobilitantes. Em face disso, identificamos a necessidade de reeducação, certos de que a maior caridade que se pode praticar é reeducar o ser. Recentemente, em uma segunda-feira, eu visitava cada uma das salas, para ver as crianças, abraçá-las, conversar com as educadoras. Na sala das crianças menores, de dois e três anos de idade, um menino, visivelmente abatido, estava no colo de uma das educadoras, que media sua temperatura com termômetro. Estava com febre, e reclamava com os seguintes dizeres: “Eu quero meu vovô”. Ele é muito ligado ao avô, sua referência paterna em casa. Pensamos que se tratava de desencarnação. Porém, soubemos que o avô estava preso, acusado de determinado delito. A Instituição prestou todos os cuidados compatíveis à criança. Tive a oportunidade de refletir com as educadoras que o mal que praticamos irradia-se como a bomba atômica que produz o cogumelo de efeitos devastadores. Todos que rodeiam o autor do mal sofrem. Aquele senhor, com a prática do mal, atingiu toda a família, feriu a sociedade.  
O Consolador: Sua atuação no Movimento Espírita destaca-se pelas intensas atividades doutrinárias, especialmente no tocante a palestras e seminários. Qual é sua motivação para realizá-las? 
Desde a infância tenho fascínio pelo Espiritismo. Quando a professora de ensino religioso na escola pública em que eu estudei afirmava que Espiritismo não era religião cristã, eu rebatia com disposição. Um dos episódios marcantes de minha existência, do qual sempre me recordo com satisfação, foi quando deixei as reuniões de evangelização (estudo do Espiritismo para as crianças) e me inscrevi no Grupo Jovem, aos treze anos de idade. Uma motivação interna irresistível a mim me impulsiona a servir o ideal espírita. Um amigo estranhou quando soube que não sou (e nenhum trabalhador espírita) remunerado para trabalhar na divulgação da doutrina. E se me perguntam o porquê dessa dedicação, não preciso fazer um discurso para justificar. Apenas digo: “Porque esse trabalho me deixa feliz”. 
O Consolador: Fale-nos do movimento espírita em sua cidade e no Estado de Santa Catarina. 
Florianópolis tem um Movimento Espírita dinamizado por 25 instituições filiadas,  18 localizadas na ilha e 7 no continente. Algumas instituições não se encontram filiadas; dentre elas há as que logo providenciarão a solicitação de adesão à Federação Espírita Catarinense. Em todas as Casas a freqüência é excelente, com demonstração viva de que a Doutrina Espírita satisfaz os anseios da criatura humana. No Estado, temos 130 Centros Espíritas filiados. O Estado é organizado com o formato de 16 Conselhos Regionais (CRE), que facilitam a sintonia da Federação com as instituições. Atividades regionais e de nível estadual se pluralizam para melhor equipar os trabalhadores espíritas de estímulos e qualificação no desempenho de nossos misteres. 
O Consolador: Como foi sua gestão à frente da Federação Espírita Catarinense?  
O três anos de mandato que desempenhei no cargo de presidente da Federação Espírita Catarinense foram muito importantes, pela experiência que me proporcionou. Posso dizer que hoje me encontro mais forte interiormente para o enfrentamento dos desafios existenciais, porque as dificuldades que enfrentei foram austeras. Se os pioneiros do Movimento Espírita tiveram que enfrentar a intolerância religiosa, hoje os desafios encontram-se no âmbito do próprio movimento. Contudo, tive a honra de mais uma vez servir ao ideal que abençoa minha vida. Focamos a preparação do servidor espírita: palestrantes, evangelizadores, monitores de grupos de estudos, médiuns, atendentes fraternos, enfim, procuramos contemplar o leque de serviços que a Casa Espírita disponibiliza à comunidade, com atenção especial a quem executa as tarefas, qualificando-o doutrinaria e tecnicamente.
Duas lições ficaram bem caracterizadas para mim, enquanto estive na presidência da FEC: que o conhecimento é indispensável a quem deseja servir à causa do Cristo. Estudar sempre deve ser o lema individual de nossa condição de servidores. O conhecimento espírita nos auxilia a compreender, entender e praticar as leis de Deus. O conhecimento espírita não se satisfaz com breve exame. O que destaco, ao lado do estudo, é a vivência do bem em todas as situações. No contexto do nosso Movimento, o espírito de cooperação, de solidariedade e desprendimento, para que sejamos úteis e assertivos. Movimento Espírita não se coaduna com disputas, rancores, nem se adapta a facções, partidos, disputas pelo poder. O Movimento Espírita só perde com tudo isso. 
O Consolador: Como o amigo tem encarado os temas polêmicos que circulam atualmente no Movimento Espírita?  
Observo com tranqüilidade, certo de que são ocorrências próprias de um Movimento que, por ser humano, é portador das qualidades e equívocos inerentes ao ser humano que ainda se encontra nas pelejas evolutivas. O que é importante é a permanência segura em nossos postos de serviços, conscientes das tarefas que devemos desempenhar à luz do Espiritismo, com humildade, desprendimento e hábito de estudo. Sempre que os temas polêmicos parecem ameaçar a integridade do venerando Movimento, tenho permanecido sereno e imperturbável no estudo e na vivência das rigorosas diretrizes da Codificação, sem receio, e sem contra-atacar, o que mais inflama os que, presunçosos, pretendem introduzir na seara concepções e técnicas estranhas.
Nosso Movimento tem demonstrado, apesar das dificuldades, suficiente maturidade para não conceder espaço às novidades não-espíritas, mas que pretendem impor. Nas reuniões do Conselho Federativo Nacional, na FEB, tive a alegria de constatar que todas as federativas estaduais encontram-se inquebrantáveis diante de propostas intrometidas. A FEB realiza admirável trabalho, assumindo a liderança mundial de divulgadora do Espiritismo no mundo, exaltando a Codificação Kardequiana através do Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita. 
O Consolador: E os temas polêmicos que envolvem a sociedade, como a descriminalização do aborto, têm sido objeto de debate nos círculos de estudos?  
Os temas polêmicos existentes na sociedade, que preocupam educadores, sociólogos, autoridades e legisladores, são muito importantes, porque respondem pelo comportamento social. O aborto, por exemplo, é tema grave. Recentemente tivemos a alegria de acompanhar o afastamento de uma tentativa de descriminalizar sua prática no Congresso Nacional. Outras tentativas serão feitas por legisladores, pressionados que são por determinadas entidades que fazem o lobby na intimidade do Congresso. Essas questões nos preocupam em face das conseqüências de práticas como o aborto, a pena de morte, a eutanásia e as pesquisas com células-tronco embrionárias sem considerar critérios de bioética.
A sociedade ainda vive os estertores da ignorância acerca da origem, natureza e destinação espiritual da criatura humana, por isso pretendem, com o raciocínio apressado e as conclusões imediatistas, obter licenças para permanecer nas condutas viciosas, extravagantes e egoístas.
Segundo os Espíritos, a Doutrina Espírita tem por missão a regeneração moral da humanidade. A tarefa de divulgação e vivência de seus postulados pelos espíritas é o meio pelo qual se alcançará superior objetivo. Por isso, devemos permanecer nos estudos do conhecimento que enriquece o pensamento e na prática que enobrece o caráter. 
O Consolador: Como é ser advogado e espírita? 
O Espiritismo ajuda toda e qualquer atividade. O profissional com o conhecimento espírita desempenha sua tarefa compenetrado de sua missão no mundo. Tive a oportunidade de atuar como liberal durante três anos, e fiquei assustado com alguns clientes, e não foram poucos, que chegavam com uma causa, mas traziam sugestões de providências contrárias à lei e à ética-moral. É evidente que rechacei todas as propostas. Certo dia, antes de entrarmos para uma audiência judicial, a testemunha que eu acompanhava perguntou-me: - O que devo falar? E eu lhe respondi: - A verdade. Responda com tranqüilidade a tudo o que o magistrado perguntar, sem receios.
Surgiu a oportunidade de prestar concurso público, através do qual ingressei no serviço público estadual, e nesse âmbito se enfrentam novos desafios. A vida é assim, um desafio após o outro. Quem é beneficiado com o conhecimento espírita e decide ser cumpridor de seus deveres, com austeridade ético-moral, em qualquer profissão, terá condições de colaborar com um mundo melhor para se viver.
O Consolador: Suas palavras finais. 
Gostaria de enfatizar que o espírita é portador do mapa do tesouro, que tem indicações claras de como chegar ao baú repleto de jóias que tornam a criatura rica. Acontece que essa riqueza é o conhecimento que rasga os horizontes da mente para o encontro com a verdade, que, uma vez incorporada ao patrimônio intelecto-moral do ser, transforma-o no trabalho e no amor. Enriquecidos, felizes com essa conquista, tornamo-nos divulgadores desse mapa, para que todos se beneficiem. Problemas, dificuldades, sofrimentos, são nossos acompanhantes disciplinadores, para coroar de méritos todo o empenho de servir desinteressadamente.

O Consolador
 Revista Semanal de Divulgação Espírita


Obs.: O livro A Procura do Espírito foi o último lançamento de Gerson Tavares.

Biografia - Givaldo de Assunção Tavares

Fonte: Site Fec - Federação Espírita Catarinense
Trabalhador Espírita Dedicado
Nossa homenagem  a este trabalhador e amigo





 
          Givaldo de Assunção Tavares nasceu na cidade de Taquaritinga do Norte, estado de Pernambuco, no dia 28 de agosto de 1939, sendo o oitavo filho de Severino e Etelvina Tavares. Por causa da desencarnação de seu pai, foi residir com a mãe em Recife. Seu irmão, Alcides Tavares, que residia, estudava e trabalhava em Curitiba, o convidou para se transferir para a capital paranaense, onde continuou os estudos e trabalhou no comércio.
          Casou-se com Marlene de Alcântara Vieira em 1962. O primeiro filho, Givaldo Tavares, nasceu em 1963.
          No início do ano de 1964 transferiu domicílio para Florianópolis, onde trabalhou como empresário do ramo imobiliário, através do qual ocupou uma das Cadeiras do Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Também lecionou no Colégio Pio XII.
          Membro da Maçonaria, participou da reativação a Loja Maçônica “Clementino de Brito”, da qual chegou a ser Grão Mestre.
           Em julho de 1964 nasce o segundo filho, Gerson Luiz Tavares; em outubro de 1965, Sandra, e dez anos depois, no mês de agosto, Viviane Tavares. Os filhos lhe deram os netos Karina, Sendy, Hiuberto Neto, Nicolas e Isabelle.
          Pouco tempo depois de se instalar na capital catarinense, motivado por ocorrências de natureza mediúnica, procurou orientação espírita, no Centro Espírita “Amor e Humildade do Apóstolo”. Sob acompanhamento seguro de Oswaldo Mello, Givaldo A. Tavares de imediato se identificou com a proposta Espírita.
          A mediunidade educada lhe proporcionou longos anos de serviço mediúnico. Expositor entusiasmado, percorreu o estado de Santa Catarina levando a mensagem esclarecedora e confortadora do Espiritismo.
          Trabalhou ativamente no Centro Espírita que desde o início o albergara. Ocupou várias atribuições, inclusive a de presidente, encargos que desempenhou por várias gestões.
           Integrou-se com naturalidade ao Movimento de Unificação. Presidiu o Conselho Regional Espírita ilha (CRE 1) e peregrinou pelos diversos cargos da Federação Espírita Catarinense, da Secretaria à Presidência. Criou a distribuidora de livros Espíritas da FEC.
          Animado com a possibilidade de melhor expandir a mensagem libertadora do Consolador, criou o programa radiofônico “Na Era do Espírito”, apresentado aos domingos pela rádio Guarujá de Florianópolis. E, depois de superar as dificuldades compreensíveis, conseguiu levar para a televisão o programa “Espiritismo, uma nova era para a Humanidade”, exibido aos sábados de manhã.
          Após retornar das atividades costumeiras da Instituição Espírita, necessitou ser internado, em face de mal súbito. Submetido a cirurgia de emergência, ficou hospitalizado por dezenove dias.

terça-feira, 12 de julho de 2011

O Jovem e a Comunicação

       
Estudante Géssica
  Foto: Ismênia Nunes
           


       
              Nesta nova era hoje mais que nunca vivemos o tempo da comunicação. O computador, o laptop e o notebook foram os primeiros aparelhos que revolucionaram essa era cibernética. Na verdade os jovens nem conheceram as primeiras máquinas, os primeiros computadores que eram gigantescos além de muito lentos. Os primeiros computadores nos anos 80 eram de tal tamanho que nunca se pensaria que um dia pudessem ser tão diferentes e compactos; como os dias de hoje e que a garotada curte tanto.
            O lance de hoje é muito diferente. Foi assim no meio de computadores, note books, netebooks, laptops que a nova geração está vivendo e se familiarizando com as tecnologias mais avançadas, tudo em nome da comunicação.
            Na real, hoje os jovens navegam na internet e ainda mais que isso vivem num mundo totalmente informatizado. Chegou o iPhone, o iPade, os novos celulares que acessam de qualquer lugar a internet, o twiter que é a febre do momento. Tudo para auxiliar o crescimento e desenvolvimento da comunicação.
 Mas será que com tanta tecnologia o jovem está realmente se comunicando mais ou simplesmente vive num mundo só seu? Será que o jovem está sabendo usar a tecnologia a seu favor e a favor do mundo e da sociedade? Ou será que o jovem se isolou em seu próprio mundo em nome da comunicação?



Ismênia Nunes

quarta-feira, 29 de junho de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

minha VIDA na outra VIDA - Provas da Reencarnação

 

           Aproveitamos nosso assunto anterior, VIDA, para tratarmos de forma mais profunda, ampla e até mesmo científica. Tive oportunidade de assistir o filme em questão: "minha VIDA na outra VIDA". Um filme belíssimo, emocionante. O filme trata de um tema até então polêmico, a reencarnação, mas não de uma forma preconceituosa, preconcebida, ou mesmo fanático, mas com embasamento e provas ciêntíficas.

            Buscando imagens que mostrassem mais sobre o filme encontrei em outros blogs matérias falando do filme além de ciêntistas renomados e respeitados que se reportam ao assunto. Abaixo falamos um pouco mais do livro e do filme em questão. Vale a pena ler e assistir.

                     Ismênia Nunes


Sinopse do Filme

Sinopse:
Pela primeira vez na história, um filme retrata, com fidelidade, lógica e respeito, a reencarnação, tema de interesse de milhões de pessoas em todo o mundo. Baseado em fatos reais relatos no livro autobiográfico de Jenny Cockell, Minha Vida na Outra Vida conta a história de Jenny, uma mulher do interior dos Estados Unidos, que tem visões, sonhos e lembranças de sua última encarnação, como Mary, uma mulher irlandesa que faleceu na década de 30. Intrigada, Jenny sai em busca de seus filhos da vida passada. Tem início uma jornada emocionante. Jenny é magistralmente interpretada pela renomada atriz Jane Seymour, de Em Algum Lugar do Passado. Só, que desta vez, não se trata de ficção, mas de realidade. Neste DVD, você pode ver o filme na versão dublada ou legendada.

Título: Minha Vida na Outra Vida
Título Original: Yesterday's Children
Direção: Marcus Cole
Elenco: Jane Seymour, Clancy Brown, Kyle Howard, Denis Conway, Eoin McCarthy, Cillian Caffrey, Stanley Anderson, Claire Bloom, Hume Cronyn
Ano de Produção: 2000
Duração: 93 minutos
Cor: Colorido
Tipo de Diálogo: Livre
Formato da Tela: Fullscreen 1.33:1
Gênero: Drama
Faixa Etária: 12 anos
País de Produção: Estados Unidos
Legenda: Português
Idioma: Inglês, Português
Áudio: Dolby Digital 2.0
Região: 0 (Multizonal)
Código de Barras: 7895233158306
Fonte: http://merciobasso.blogspot.com/2008/05/filme-minha-vida-em-outra-vida.html



Dica de Leitura e de Filme

Podemos de uma maneira mais singela, mas não menos importante, comprovar a reencarnação com fatos reais ocorridos nos dias de hoje, tendo acesso a filmes ou livros nada científicos.

Minha dica de leitura, é o livro  ”Minha Vida em Outra Vida“, de Jenny Cockell, editado pela FEB em 2007.
Baseado em fatos reais, conta a história de Jenny, uma mulher do interior dos Estados Unidos  que vive nos dias de hoje e passa a ter visões, sonhos e lembranças de sua última encarnação, como Mary, uma mulher irlandesa que faleceu na década de 1930. A protagonista da história, não tem o mesmo nome da autora por acaso. Essa é a história da própria Jenny Cockell, nascida em 1953 e que, em 1990, começa a vivenciar tais fenômenos.

A história aborda conflitos familiares, vida e morte e principalmente,  o tema aqui abordado, a comprovação da reencarnação através de lembranças de uma vida pretérita.  Se métodos e jargões científicos, são um tanto quanto difíceis para entendermos, este livro, nos proporciona de maneira simples e clara, um esclarecimento sobre o assunto.

O livro fez tanto sucesso com os leitores e crítica, que virou filme, com o mesmo título, “Minha Vida na Outra Vida“.
Jenny é magistralmente interpretada pela renomada atriz Jane Seymour, de “Em Algum Lugar do Passado”, filme que também trata do assunto de vidas passadas. Só, que desta vez, não se trata de ficção, mas de realidade.
Um filme que desperta nossos sentimentos mais profundos, e que nos convida à reflexão.


RESUMO DO FILME - FATOS REAIS - MINHA VIDA EM OUTRA VIDA-REENCARNAÇÃO-

MINHA VIDA EM OUTRA VIDA

JENNY COCKELL - UMA SURPREENDENTE HISTÓRIA DE AMOR



                “Mary morreu  21 anos antes do meu nascimento, mas as memórias de sua vida e de seu tempo sempre fizeram parte de mim, moldando de maneira decisiva a pessoa que me tornei. Este é o relato da minha busca pelos filhos de Mary e por auto-entendimento. Ao pesquisar o passado, tive de desenterrar e enfrentar os meus sentimentos de inadequação e medo, descobrindo suas motivações. Sabia que precisava encontrar os meus filhos de 'ontem' ou minha vida sempre seria ofuscada pelas lembranças de um passado de tristeza, raiva e perda. De certo modo, este livro foi escrito para e por causa dos filhos de Mary1.
Com as afirmações acima, Jenny Cockell inicia o relato das suas lembranças de uma vida anterior, Minha Vida em Outra Vida. Embora este tipo de relato tenha se tornado muito comum, sendo facilmente encontrado vários títulos à respeito, o de Jenny Cockell é diferente, constituindo uma das mais sólidas evidências em favor da realidade do fenômeno reencarnatório. O leitor mais cético, ao lê-lo, ficará no mínimo intrigado com a riqueza de detalhes, informações e dados apresentados.
Nascida em 1953 na Inglaterra, no seio de uma família não muito religiosa, desde a infância Jenny Cockell vivia dividida entre a vida atual e a passada. Tinha um sonho recorrente, que sempre a conduzia às lágrimas: estava num hospital, sozinha, agonizante. Sabia que o seu nome era Mary e que iria morrer. Dominava-a, não o temor da morte, mas a angústia e o desespero por estar deixando, contra a sua vontade, oito filhos ao léu, sem o suporte e a orientação necessárias.
Este sonho, ao lado de lembranças fragmentárias que surgiam no estado de vigília, fizeram parte do quotidiano de Jenny Cockell, influenciando profundamente o seu desenvolvimento psicológico, emocional e social.
Mas, afinal, quem era aquela mulher, chamada Mary? Será que era este mesmo o nome dela? O que ela tinha a ver com Jenny? Por que o mesmo sonho sempre se repetia? Por que parecia sentir a mesma aflição que Mary sentia? Como explicar que também se julgasse de algum modo responsável pelo destino dos filhos de Mary?

Um curioso quebra-cabeças...

Grande parte das minhas memórias vinha em fragmentos isolados e, às vezes, tinha dificuldade de dar um sentido a elas. Mas outras partes eram bastante completas e repletas de detalhes. Era como um quebra-cabeça com certas peças apagadas, outras fora de lugar e algumas bem nítidas e fáceis de encaixar. Os filhos ocupavam a maior parte das minhas memórias, assim como o chalé e sua localização. Outros locais e pessoas não eram tão nítidos para mim2.”
As nossas lembranças normalmente desafiam a lógica, sendo muito difícil entender por que lembramos disto e não daquilo. As lembranças da infância quase sempre assomam de forma desordenada, sem obedecer a nenhuma cronologia. Nós lembramos, frequentemente, de algo que foi emocionalmente significativo para nós. Ocorre o mesmo com as lembranças de vidas passadas.
É excelente a forma como Jenny Cockell categoriza as suas lembranças, comparando-as a um quebra-cabeça “ (…) com certas peças apagadas, outras fora de lugar e algumas bem nítidas e fáceis de encaixar”. A montagem deste quebra-cabeça parece ter sido a sua missão na vida atual.
Entre as lembranças que tinha destacava-se a do chalé em que morava com o marido e os filhos. Nele desenrolou-se a conturbada e curta vida de Mary. A lembrança era tão nítida que Jenny foi capaz de fazer uma precisa descrição dele e até mesmo esboçar um mapa com a sua localização. Lembrava, também, com muita clareza do vilarejo em que vivia e das suas ocupações diárias. Contudo, o objeto central das suas recordações, como não poderia deixar de ser, era a preocupação com os filhos.
Mary casara-se cedo com um forasteiro, um ex-combatente da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), que logo se demonstrou soturno e agressivo. Sua vida não era fácil. Miserável talvez fosse o melhor qualificativo para caracterizá-la. Muitas vezes Mary e os filhos passaram fome...

Algumas lembranças precisas...

Havia algumas certezas ligadas às lembranças das pessoas, dos lugares e das emoções. Sempre soube que o período no qual Mary viveu se estendia de 1898 a 1930. Também sabia que ela vivera na Irlanda. Não posso explicar por que ou como esse conhecimento estava, de algum modo, presente em minha mente. De certa maneira, essa lembrança me causava problemas. Por exemplo, meus irmãos, conscientes de minhas preferências, sabiam que eu só brincaria de soldado se me deixassem defender a Irlanda3.”
Impressiona a minudência e a precisão das lembranças de Jenny Cockell. No trecho acima destacado ela revela o período em que Mary teria vivido, entre 1898 e 1930, bem como o lugar, em alguma parte da Irlanda. Não obstante não saber explicar de onde advinha semelhante certeza, as verificações que mais tarde foram feitas provaram que elas estavam mais do que certas.
Numa análise retrospectiva, Jenny Cockell compreendia muito bem o impacto que as suas lembranças tiveram na vida atual, desde tenra idade, determinando comportamentos, predileções e atitudes.
O fato das suas lembranças serem tão vívidas talvez se deva ao forte componente emocional que elas veiculam. A dor da separação dos filhos deve ter sido tão intensa, a angústia por deixá-los sozinhos no mundo tão grande, o sentimento de culpa acentuado por não conseguir vencer a morte para atendê-los conforme precisavam, possivelmente exerceram a função de catalizadores destas lembranças em Jenny Cockell.
Só mesmo a preocupação e amor de uma mãe para superar até os limites impostos pela morte...

Normalidade das lembranças.

Eu não tinha nenhum motivo para duvidar que essas lembranças eram reais. Pensava que lembranças desse tipo eram comuns e, por isso, esperava que outras pessoas as tivessem também4.”
Infelizmente, não temos por hábito considerar cada um na realidade que lhe é própria. O que é normal para mim talvez não o seja para outro e vice-versa. Mas isso não significa que eu ou o outro sejamos anormais, apenas que somos diferentes, contextualizados em nossas experiências, habilidades, conhecimentos e conquistas interiores. Foi assim com Jenny...
Acreditando que todos se lembravam da vida anterior, Jenny Cockell demorou um pouco em entender a sua singularidade.
Recordava de um diálogo que tivera com sua mãe, quando contava apenas quatro anos de idade. Regressava da escolinha dominical e sua mãe lhe perguntou se havia gostado, ao que ela respondeu afirmativamente, manifestando, entretanto, um certo estranhamento. Não conseguia entender por que num lugar em que se falava tanto da vida e da morte, não se falava também das vidas passadas! A mãe de Jenny ficou chocada com a indagação da filha, pois ninguém na família era reencarnacionista, nem sequer a reencarnação era assunto em suas conversações. A mãe relutou muito tempo em aceitar as lembranças estranhas que a filha possuía...
Ali, naquele diálogo franco e desembaraçado com a mãe, Jenny Cockell descobriu “(...) que a reencarnação era vista como uma crença, não um fato5.”
Até hoje a maioria das pessoas encara a reencarnação como uma crença partilhada por algumas religiões e pessoa, não como uma realidade biológica, à qual todos estamos submetidos, aceitando ou não.

Influências do passado...

Ao longo desses anos de relacionamentos desastrosos, sendo que o último se desgastara tanto que me deixou traumatizada, sempre tentei me lembrar da relação de Mary com seu marido, se era boa ou não. No início fora fácil me recordar dele, um homem bonito e imponente que surgira na vida de Mary logo após o término da I Guerra Mundial [...]6.”
O nosso passado espiritual interfere diretamente sobre nossa existência atual. As primeiras relações amorosas de Jenny Cockell, por exemplo, foram conturbadas, refletindo o padrão negativo gerado no relacionamento pregresso de Mary com o esposo. Por sofrer-lhe repetidas agressões, Mary fechava-se em si mesma, como um caracol, tendo muito medo e dificuldade de expressar seus sentimentos de uma forma aberta.
Esta característica negativa do passado persistiu por longos anos, até que Jenny se deu conta da mesma e passou a trabalhá-la em seu mundo íntimo. Depois de algum tempo, encontrou um companheiro que a completava, casando-se com ele e tendo dois filhos.

Nada se perde...

Sempre quis ter filhos, por isso passei muitos anos fazendo roupas para eles antes mesmo de nascerem. Costurar roupas, que na minha vida atual descobrira ser uma habilidade instintiva, aparecia frequentemente como parte da memória de Mary. E, por alguma razão, o casaco do garoto mais novo permanece na minha mente, talvez porque ele mexia na bainha quando andava. Era um casaco de lã e me lembro de tê-lo costurado a mão, aproveitando o tecido de um velho casaco. Um sentimento de orgulho pela qualidade do meu trabalho também faz parte desta lembrança7.”
É surpreendente o encadeamento lógico entre as vidas de Mary e de Jenny. Uma mesma alma, mas com muitas vidas. A continuidade, não só das lembranças, mas também de características e habilidades de Mary em Jenny, oferecem um demonstrativo da interdependência e solidariedade que há nas vidas sucessivas.
A ansiedade e o desejo de Jenny por filhos era ao mesmo tempo a ansiedade e o desejo de Mary pelos seus.
Jenny recordava-se que Mary era uma exímia costureira, lembrando especificamente de um casaco que fizera para o filho mais novo. Sem aprendizagem prévia, desde pequena, Jenny demonstrou intimidade com a agulha e as linhas, habilidade que constituía herança da existência anterior.
Da mesma forma nós, no âmbito das nossas tendências e pendores, revelamos a ação das experiências pregressas, adquiridas nas vidas passadas.

Os filhos desta vida.

A obsessão pela minha vida passada, apesar de não ocupar mais o primeiro plano, não foi deixada de lado. Ela estava esperando o tempo certo para emergir novamente e foi retornando aos poucos. Conforme meus filhos cresciam e a força do meu sentimento materno era nutrida pelo amor deles, aumentava também a necessidade de encontrar a minha família da outra vida. Aquelas crianças tinham sido privadas ainda na infância daquilo que os meus filhos estavam desfrutando agora, por isso sentia que tinha que fazer algo a respeito. Parecia não ser mera coincidência o fato de a minha necessidade de busca pela vida passada se intensificar conforme me aproximava da idade com que Mary morreu, trinta e poucos anos [...]8.”
Ao tornar-se mãe, a ansiedade de Jenny diminui, assim como as lembranças da vida anterior. Contudo, a medida que o tempo passava, elas voltaram a se manifestar, agora com uma intensidade quase insuportável. Foi uma fase muito difícil para ela.
Jenny Cockel chama a atenção para o fato de que a intensificação das lembranças ocorria justo quando estava entrando na casa dos trinta anos, a mesma idade que Mary tinha quando morreu. São mais do que curiosas essas relações temporais. A vida de Jenny, conquanto diferente, seguia paralelamente a de Mary.
Enquanto não encontrasse os filhos da vida passada, Jenny sabia que não teria paz dentro si.

Sessões hipnóticas.

A hipnose é uma experiência estranha mesmo quando não há regressão. Todas as lembranças que ficaram escondidas no subconsciente e às quais não tinha acesso vêem à tona. É uma faca de dois gumes: uma experiência ao mesmo tempo maravilhosa e perturbadora. Algumas das memórias que as pessoas escondem no fundo de suas mentes estão lá por uma boa razão. Talvez essas sejam as lembranças que elas se sentem incapazes ou não têm coragem de enfrentar, e que foram escondidas como uma forma de autoproteção. Ao revelarmos e expormos qualquer uma de nossas memórias profundas, somos forçados a olhar de novo tanto para as lembranças esquecidas como para as reprimidas9.”
Por estar angustiada e aflita em função das suas lembranças, Jenny Cockell aceitou o conselho de uma amiga e buscou o concurso se um hipnoterapeuta, recorrendo à regressão para resolver o seu drama particular, obtendo maiores informações sobre a vida de Mary.
Várias sessões hipnóticas transcorreram e tiveram o efeito desejado, desencadeando um turbilhão de lembranças da vida anterior.
Com o material recolhido das regressões e das lembranças espontâneas, Jenny Cockel deu início a grande busca, nesta vida, dos filhos da vida anterior. Era a sua odisséia pessoal.
Acreditava que o vilarejo em que vivera era Malahide, localizado próximo a Dublin, na costa leste da Irlanda.
Após corresponder-se com alguns moradores da localidade, fez uma viagem até lá, confirmando a autenticidade das suas lembranças.
O quebra-cabeça começava a mostrar contornos mais nítidos...

Notícias alvissareiras...

Jenny Cockell escreveu várias cartas para os moradores daquela localidade, indagando sobre uma mulher, provavelmente chamada Mary, que teria vivido num chalé (deu a sua localização), possuindo oito filhos, tendo morrido na década de 30...
Para sua surpresa, uma de suas cartas foi respondida pelo Senhor Mahon, que lhe escreveu:
Quanto à mãe que faleceu na década de 1930, chamava-se senhora SUTTON. Acredito que o seu esposo era um soldado britânico que lutou na Primeira Guerra. Após sua morte, os filhos foram enviados para orfanatos. Posteriormente, a filha mais velha Mary voltou para casa. Acredito que o marido retornou ao Reino Unido, a fim de treinar soldados para Segunda Guerra. As crianças foram educadas em escolas católicas, mas talvez o pai pertencesse à Igreja da Irlanda10.”
Jenny não coube em si de tanto contentamento, sua busca rendera os primeiros resultados significativos.
Munida dos dados fornecidos pelo Sr. Mahon, obteve o nome e a data de nascimento dos filhos de Mary:
Mary (?)
Sonny (1919)
Jeffrey (1923).
Philomena (1925).
Christopher (1926).
Francis (1928).
Bridget (1929).
Elizabeth (1932).
Pesquisando o endereço em listas telefônicas, pelo sobrenome, escreveu para várias pessoas, na expectativa que alguma delas tivesse notícia sobre o paradeiro dos filhos de Mary.

Um telefonema inesperado...

Certo dia, depois de ter chegado em casa do trabalho, Jenny Cockell foi agradavelmente surpreendida por uma ligação. Era de um dos seus filhos, Jeffrey.
Apesar de certa confusão do outro lado da linha, revelou-me vários detalhes sobre a família e me deu os endereços e números de telefones de dois dos irmãos, Sonny e Francis (Frank). Os garotos, Sonny, Jeffrey, Christopher e Frank, tinham se encontrado anos antes, mas o paradeiro das filhas era desconhecido. As garotas foram enviadas a um orfanato diferente, uma escola de freiras na verdade, e tinham perdido contato com os irmãos11.”
Momento constrangedor para Jenny, quando Jeffrey perguntou como ela sabia tanto da família dele e qual era a ligação com ela. Como Jenny explicaria as lembranças da vida anterior? Como diria para um homem que poderia ser o seu pai que ela, na verdade, era a sua mãe reencarnada? Jenny apenas conseguiu dizer que lembrava da família através de sonhos. Jeffrey demonstrou grande reserva e ceticismo ante aquela revelação e custou a entrar em contato de novo.

A conversa com Sonny.

Na terça-feira, 15 de maio de 1990, tomei coragem e liguei para ele. Quando Sonny atendeu, ouvi uma voz suave com forte resquício de um sotaque do sul da Irlanda. Lembrara dele como uma criança direta e franca, portanto, sabia que precisava ser bem sucinta sobre quem era e por que estava ligando. Isso não foi fácil, mas expliquei que lembrara da família através de sonhos, falando rapidamente do chalé e que este era o primeiro à esquerda […]. Esse homem de 71 anos, nascido em 1919, rapidamente captou a mensagem do que tentava explicar. Ele confirmou logo de cara que a posição do chalé estava correta. Fiquei emocionada. Era algo que não tinha sido capaz de confirmar até aquele momento12.”
A conversa de Jenny com Sonny foi muito proveitosa. Sonny demonstrou maior abertura do que Jeffrey para aceitar as lembranças de Jenny. Conversaram longamente...
Jenny contou coisas que lembrava da infância de Sonny e o deixou boquiaberto, pois não entendia como alguém que nunca tivera contato com ele, pudesse ter informações tão particulares e precisas a seu respeito. Em especial, ela lembrava de um dia em que Sonny trouxera para casa, em uma armadilha, uma lebre que ainda estava viva... Foi um dia de alegria e de fartura para toda a família de Mary. Este relato comoveu profundamente Sonny, pois não era conhecido de mais ninguém, apenas dele, dos irmãos e da mãe.
Jenny descobriu que após sua morte, os filhos, por impossibilidade de serem criados pelo pai, foram recolhidos em orfanatos, os meninos sendo separados das meninas.
Os meninos mantiveram contato entre si, ainda que esporádico, mas nunca mais souberam das irmãs.
A partir do contato feito por Jenny, entretanto, foi possível localizar as demais irmãs.
Estava cumprida a missão de Jenny Cockell, uma vez que conseguira reunir em torno de si, os filhos da outra vida, reatando laços que nem o tempo, nem a morte, foram capazes de extinguir.
Por isso mesmo, a história de Jenny Cockell pode ser definida, sem contradita, como uma surpreendente história de amor, de um amor transcendente de uma mãe pelos seus filhos...

http://estudoespiritismokardec.blogspot.com/2011/05/resumo-do-filme-fatos-reais-minha-vida.html


 Cientistas que buscam comprovar a Reencarnação
Dr Ian Stevenson – norte americano que chefiou a Divisão de Parapsicologia do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Virginia,  já dedicou mais de 40 anos de sua vida pesquisando casos de reencarnação de crianças que se lembraram espontaneamente de outras vidas e de “marcas de nascença” e traços de personalidades, semelhantes aos dos parentes já falecidos. São cerca de 2600 relatos. Pode-se consultar seu estudo, por meio do livro editado, não traduzido em português, de título “Reincarnation and Biology: A Contribution to the Etiology of Birthmarks and Birth Defects” (Reencarnação e Biologia: Uma contribuição à Etiologia das Marcas-de-Nascença e Defeitos de Nascença). O estudo é sério e possui 2300 páginas.

Prof. Hemendra Nath Banerjee (1929-1985) – indiano que dirigiu o Departamento de Parapsicologia da Universidade de Rajasthan, Índia. Com cerca de 3000 casos estudados, de crianças que lembravam-se de suas vidas nas reencarnações anteriores. Editou o livro “Vida Pretérita e Futura – 25 anos de estudos sobre a reencarnação”, publicado em 1979.

João Alberto Fiorini – brasileiro, delegado de polícia atuando na Agência de Inteligência do Paraná, vem desenvolvendo um novo método. Especialista em impressões digitais, ele entende que é possível confirmar um caso de reencarnação utilizando essa forma de pesquisa científica. Fiorini sabia que não é a possível haver duas impressões digitais iguais, entretanto, em 1935, vendo uma matéria  no jornal da Federação Espírita do Estado de São Paulo, que se referia a um menino que tinha a mesma impressão digital de um homem que já havia falecido há dez ou quinze anos, resolveu iniciar sua pesquisa científica nesse campo. Ele apoiou-se, inclusive, nos métodos de pesquisa do Dr Ian Stevenson. O fato de ser espírita, também serviu de instrumento impulsionador para o campo de pesquisa e investigação desse método de comprovação.

Dr Hernani Guimarães Andrade (1913 – 2003) – brasileiro, foi um pesquisador metódico e rigoroso, tendo obtido reconhecimento no meio científico com o resultado prático de seus trabalhos. Fundou em 1963, o Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas. Lá, construiu uma série de aparelhagens para pesquisar e demonstrar a sobrevivência do espírito. Trabalhou em inúmeros casos sugestivos de reencarnação e de fenômenos paranormais, desenvolvendo uma série de aparelhagens ligadas à transcomunicação, isto com todo o cuidado exigido pela investigação científica moderna. Espírita convicto, contribuiu muito com seus estudos científicos no campos de parapsicologia, sendo reconhecido nacional e internacionalmente. Teve mais de 15 livros publicados.
Estes são alguns, entre muitos pesquisadores, mas, o que é mais importante, é que a Ciência Moderna, só vem comprovar o que a D.E. já vem nos mostrando, já no início de sua Codificação, desde a edição do primeiro dos cinco livros, o “Livro dos Espíritos” em 1857, e as mais variadas obras espíritas ou de filosofias reencarnacionistas, nos dias de hoje.

 

Estudando o assunto

O tema é para os céticos (cientistas ou não), perda de tempo, para muitos, uma incógnita a ser desvelada, para alguns segmentos filósóficos, uma improvável teoria, mas para nós espíritas ou espiritualistas reencarnacionistas, uma verdade absoluta que condiz com a Lei Divina do Pai.
Se você tem dúvidas ou interesse em se aprofundar no assunto, sugiro que comece de maneira mais “light”, ou seja, lendo o livro de Jenny Cockell, posteriormente, assistindo ao seu filme. Após reflexões sobre o assunto e com a mente mais aberta e receptiva para receber  mais informações, comece a examinar a Codificação da Doutrina Espírita, e os materiais de estudos dos cientistas neste artigo apresentados, entre outros.
Allan Kardec, pseudônimo do francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), com tradição na magistratura e na advocacia, desde cedo manifestou propensão para o estudo das ciências e da filosofia. Estes adjetivos foram importantes para a sua missão de Codificador do Espiritismo.
A Doutrina Espírita ou Doutrina dos Espíritos, nos ensina que ela é sustentada por três pilares: Ciência, Filosofia e Religião.
O Espiritismo não é a religião da fé cega, seja pela força ou pela conveniência passageira, sem a aplicação de um exame. O Espiritismo é a religião da fé raciocinada, apoiando-se nos fatos, na realidade e na lógica, leva à compreensão e à certeza, fortalecendo o homem na busca da verdade. Por isso a Doutrina Espírita nos diz que “Fé inabalável só o é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XIX, item 7).
E como a Ciência é um dos pilares do Espiritismo, podemos dizer, que por meio do exame e experimentação, podemos comprovar a Reencarnação, como já demonstrado na Codificação e nos dias de hoje.
Se examinarmos cuidadosamente a Bíblia, encontraremos vários trechos que comprovam a reencarnação, como uma verdade ensinada pelo Mestre Jesus.

A Ciência e o Espiritismo

Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental. Fatos novos se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, remontando dos efeitos às causas, chega à lei que os rege; depois, deduz-lhes as conseqüências e busca as aplicações úteis. Não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não apresentou como hipóteses a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; concluiu pela existência dos Espíritos, quando essa existência ressaltou evidente da observação dos fatos, procedendo de igual maneira quanto aos outros princípios. Não foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria é que veio subseqüentemente explicar e resumir os fatos. É, pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo é uma ciência de observação e não produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudos se basearam sobre o método experimental; até então, acreditou-se que esse método também só era aplicável à matéria, ao passo que o é também às coisas metafísicas.” (A Gênese, Capítulo I, item 14).