sexta-feira, 19 de abril de 2013

Grupo ONYX SHOW completa 13 anos

Foto: Divulgação - BH News TV




O Grupo surgiu no ano de 2000, através de um projeto social realizado em uma Escola de Contagem (Escola Estadual Professora Maria Coutinho) pelo Diretor artístico e Coreógrafo Guilherme Lourenzzo, na época aluno. O primeiro nome dado ao Grupo foi ÉPHATA.

Com o decorrer do processo, o Grupo foi crescendo e tornou-se um Studio de Dança, passando a chamar-se "GUIART´S". Realizou, assim, eventos de caráter sócio-cultural (apresentações, mostras, festivais, espetáculos...) explorando, divulgando e difundindo a arte da dança pela comunidade inerente ao projeto e para os amantes da arte em geral.

No ano de 2003 o Grupo recebeu membros de um Projeto de dança coordenado pela Professora Carla Gomes da FUNEC,  e passou a ser chamado de DEGAGÊ. Nessa formação ficaram durante 3 anos.

Em 2006, dançarinos e dançarinas foram selecionados e avaliados pelos Professores e Coreógrafos para a formação de um "Corpo de Baile". Como conseqüência do nivelamento dos mesmos, surge, no ano de 2007, a Cia Onyx Performances. Nomeada o corpo de baile oficial do Studio de dança Guilherme Lourenzzo, a princípio, a Cia era formada exclusivamente por membros do sexo feminino, com experiência mínima de três anos. Desde o início do ano de 2009, o grupo contou, também, com bailarinos do sexo masculino, oferecendo, consequentemente, um trabalho diferenciado marcado pela influência do Jazz Pop internacional e sustentado pelos shows e performances da Broadway.

No início de 2010, os Diretores da ONYX decidiram inovar. Transformaram a CIA de Dança em um Grupo Musical e performático e acrescentaram cantores à equipe. Em meados desse mesmo ano lançaram seu primeiro Single:"YOU MAKE ME WANNA SAY".

Atualmente, o grupo passou a se chamar ONYX SHOW e se apresenta em Boates, Festas, Clubes, Eventos Abertos e Fechados, Aniversários, Casamentos, Formaturas e Teatros.

Em seu currículum, o Grupo Musical ONYX SHOW apresenta mais de 2.500 apresentações por todo o Brasil, mais de 7 programas de televisão e mais de 30 espetáculos temáticos. Oferecendo uma ampla estrutura para vários tipos de eventos, o ONYX conta com cantores, bailarinos, atores, artistas performáticos e músicos que, juntos, simbolizam um dos maiores Grupos da Cidade de Contagem.





Contato para Show - Guilherme Lourenzzo: 
E-mail: guidegage@yahoo.com.br 
Telefones: (31) 91201103 - (31)3351-2181
O grupo estará presente no Got Talent na Record - 3a feira - 23-03-13 às23h15


Clik aqui e veja a entrevista na Revista BHNews em 25-03-13



http://www.youtube.com/watch?v=7K3nM4nKZMg&feature=share&list=UUjU-DrLAXXCxsXUwzBzVGww

domingo, 31 de março de 2013

Vida e Obra de Allan Kardec

Dia 31 de março de 1869 foi marcado pelo desencarne do maior ícone do espiritismo, Allan Kardec. O valor de sua encarnação para a humanidade é imensurável. Além dos tantos feitos no campo educacional, sua dedicação ao espiritismo foi seu maior legado.

Hippolyte Léon Denizard Rivail, ou simplesmente Allan Kardec, foi o codificador da Doutrina Espírita. Antes de conhecermos melhor a vida deste professor francês, mostraremos como foi seu primeiro contato com o mundo espiritual, que consequentemente serviu de marco inicial para o Espiritismo.  



Kardec e os Espíritos
 
Em 1855, Hippolyte Léon Denizard Rivail, professor francês de aritmética, pesquisador de astronomia e magnetismo, foi convidado por um amigo seu a ver de perto estas manifestações que ocorriam nos salões da capital francesa. Rivail era discípulo de Pestalozzi, chamado de pai da pedagogia moderna, e casado com Amélie Gabrielle Boudet. Nascido em 03 de outubro de 1804, na cidade de Lyon, já ouvira sobre o assunto das mesas girantes e não entendia bem o que estava acontecendo. Homem criterioso, Rivail não se deixava levar por modismos e como estudioso do magnetismo humano acreditava que todos os acontecidos poderiam estar ligados à ação das próprias pessoas envolvidas, e não de uma possível intervenção espiritual.
O professor então participou de algumas sessões, e algo começou a intrigá-lo. Percebeu que muitas das respostas emitidas através daqueles objetos inanimados fugiam do conhecimento cultural e social dos que faziam parte do "espetáculo". Como os móveis, por si só, não poderiam mover-se, fatalmente havia algum tipo de inteligência invisível atuando sobre os mesmos, e respondendo aos questionamentos dos presentes.
Rivail presenciava a afirmação daqueles que se manifestavam, dizendo-se almas dos homens que viveram sobre a Terra. Foi então, que uma das mensagens foi dirigida ao professor. Um ser invisível disse-lhe ser um Espírito chamado Verdade e que ele, Rivail, tinha uma missão a desenvolver, que seria a codificação de uma nova doutrina .
Atento aos dizeres do Espírito, e depois de muitos questionamentos à entidade, pois não era homem de impressionar-se com elogios, resolveu aceitar a tarefa que lhe fora incumbida.
O Espírito de Verdade disse-lhe ser de uma falange de Espíritos superiores que vinha até aos homens cumprir a promessa de Jesus, no Evangelho de João, capítulo XIV; versículos 15 a 26: "E eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque habita convosco e estará em vós... Mas, aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito".
Através dos Espíritos, Rivail descobriu que em uma de suas encarnações anteriores foi um sacerdote druida, de nome Allan Kardec.
Foi então que resolveu adotar este pseudônimo durante a codificação da nova doutrina, que viria a se chamar Doutrina Espírita ou Espiritismo. Kardec assim procedeu para que as pessoas, ao tomarem conhecimento dos novos ensinamentos espirituais, não os aceitassem por ser ele, um conhecido educador, quem estivesse divulgando. Mas sim, que todos os que tivessem contato com a boa nova a aceitassem pelo seu teor racional e sua metodologia objetiva, independente de quem a divulgasse ou a apoiasse.

A Codificação

A partir daí foram 14 anos de organização da Doutrina Espírita. No início, para receber dos Espíritos as respostas sobre os objetivos de suas comunicações e os novos ensinamentos, Kardec utilizou um novo mecanismo, a chamada cesta-pião: um tipo de cesta que tinha em seu centro um lápis. Nas bordas das cestas, os médiuns, pessoas com capacidade de receber mais ostensivamente a influência dos Espíritos, colocavam suas mãos, e através de movimentos involuntários, as frases-respostas iam se formando. Julie e Caroline Baudin, duas adolescentes de 14 e 16 anos respectivamente, foram as médiuns mais utilizadas por Kardec no início.
Com o decorrer do tempo, a cesta-pião foi dando lugar à utilização das próprias mãos dos médiuns, fenômeno que ficou conhecido como psicografia.
Todas as perguntas e respostas feitas por Kardec aos Espíritos eram revisadas e analisadas várias vezes, dentro do bom senso necessário para tal. As mesmas perguntas respondidas pelos Espíritos através das médiuns eram submetidas a outros médiuns, em várias partes da Europa e América. Assim, o codificador viajou por cerca de 20 cidades. Isso para que as colocações dos Espíritos tivessem a credibilidade necessária, pois estes médiuns não mantinham contato entre eles, somente com Kardec.
Este controle rígido de tudo o que vinha de informações do mundo espiritual ficou conhecido por "Controle Universal dos Espíritos". Disto, estabeleceu-se dentro da Doutrina Espírita que qualquer informação vinda do plano espiritual só terá validade para o Espiritismo se for constatada em vários lugares, através de diversos médiuns, que não mantenham contato entre si. Fora isso, toda comunicação espiritual será uma opinião particular do Espírito comunicante.
Com todo um esquema coerentemente montado, Allan Kardec preparou o lançamento das cinco Obras Básicas da Doutrina Espírita, a Codificação, tendo início em 1857 com o lançamento de "O Livro dos Espíritos". Estes livros contêm toda a teoria e prática da doutrina, os princípios básicos e as orientações dos Espíritos sobre o mundo espiritual e sua constante influenciação sobre o mundo material.
Durante a codificação, Kardec lançou um periódico mensal chamado "Revista Espírita", em 1858. Nele, comentava notícias, fenômenos mediúnicos e informava aos adeptos da nova doutrina o crescimento da mesma e sua divulgação. Servia várias vezes como fórum de debates doutrinários, entre partidários e contrários ao Espiritismo. A Revista Espírita foi a semente da imprensa doutrinária.
No mesmo ano, Kardec viria a fundar a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Constituída legalmente, a entidade passou a ser a sociedade central do Espiritismo, local de estudos e incentivadora da formação de novos grupos.
Allan Kardec desencarnou em 31 de março de 1869, aos 65 anos, vítima de um aneurisma. Sua persistência e estudo constantes foram essenciais para a elaboração do movimento espírita e organização dos ensinos do Espírito de Verdade.


Fonte - http://www.espiritismo.org/biokardec.htm

PÁSCOA, Reencarnação e Ressureição - VISÃO ESPÍRITA











Por que Jesus é sempre visto desta forma brilhosa? Envolto em uma luz?

Por que ele realmente foi visto assim.

E por que ele seria visto desta forma se tivesse um corpo físico? Por que Jesus foi visto em Espírito, o corpo perispiritual. Nas passagens biblicas há passagens que a família de Jesus reclama o desaparecimento de seu corpo.

Sim por isto tudo aconteceu, JESUS apareceu com o corpo perispiritual e pediu a Madalena que não o tocasse em seu corpo, pois não tinha ido ao Pai. Depois em outra passagem quando aparece entre os apóstolos a descrição da biblia é que todas janelas e portas estão fechadas e ele aparece do nada. Portanto seu corpo não poderia ter passado pelas paredes mas seu espírito, ou períspirito (corpo espiritual) sim poderia.

Ressureição é sim ressurgir, mas não no corpo, Jesus morreu no corpo para ressurgir em espírito. Jesus como filho de Deus precisava voltar pra Deus que também não era humano e sim Deus.  E como espírito, Jesus somente voltaria ao que sempre foi, filho de Deus, espírito. Ele só esteve aqui para nos trazer o exemplo de como viver no amor. Mas e nós não somos filhos de Deus, sim somos, por que então Jesus parece ter um certo privilégio. Por que ele foi criado muito antes que nós, assim como nós em existências anteriores também passou por dificuldades e sofrimentos. Ele não é um ser a parte da criação e nem os ditos anjos o são. Jesus foi criado igual ao homem e conquistou sua assenção com as vidas sucessivas que também teve. Mas não em nosso orbe, por que este ainda não existia quando Jesus fui criado por Deus. Aliás Jesus é considerado o governador da terra, pois que ajudou em sua  criação.

Portanto temos que saber que Jesus apareceu em espírito e não em corpo físico. Ele ressurgiu em espírito. Mesmo com o adiantamento da ciência sabemos que não existe nenhuma possibilidade do corpo morto voltar a vida. Salvo casos de catalepsia, que sabemos não é a morte verdadeira, mas uma doença que deixa o corpo com uma aparente morte, e se é aparente não é morte, tanto é que em muitos casos, algumas pessoas são encontradas debruçadas. A ciência estuda estes casos. Mas a morte do corpo não é possível de voltar. Mas se Deus criou tudo, por que não poderia ele fazer um novo corpo onde o espírito pudesse retornar. Por que é tão dificil acreditar que Deus seja capaz disto, por que é mais facil acreditar que o corpo morto volte a vida do que o o espírito volte num corpo novo e são?

Mudança da Maioridade Penal



Publicado no Jornal Diário Catarinense 
em 08-03-13 (dia da mulher) Caderno Continente Interbairros –Página inteira


   Em 2010, a polícia deu início a um trabalho de repressão aos marginais no Morro do Alemão no Rio de Janeiro. O ano passado vimos a intensificação do ataque as bases polícias. A violência sempre fez parte dos grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro. Há pelo menos 20 anos quando falávamos em violência pensávamos nestas cidades. Afinal os grandes centros pareciam ser o verdadeiro estopim da criminalidade.
                Hoje vemos que as coisas não são mais assim, a violência está por toda parte. A onda de ataques a Santa Catarina mostrou que não estamos tão protegidos como imaginávamos. Santa Catarina passou por dias de medo e até de violência. O prejuízo material não foi o maior dos problemas que o estado enfrentou. Além dele, outros prejuízos como a paz, o direito de ir e vir, a tranquilidade foram afetados.
Se ainda não bastasse os ônibus e carros particulares que foram queimados; o homem de bem perdeu seu direito a liberdade.  Enquanto isso os criminosos estavam impondo suas condições. O governo perdeu o controle da situação. E é para que possamos pensar um pouco a respeito que aproveitamos este espaço para lançarmos algumas ideias a respeito do tema.
             A criminalidade não pode agir como agiu para então o governo tomar uma providência; elas devem ser tomadas quando os primeiros sintomas aparecem. É assim que fazemos quando uma enfermidade nos bate a porta. Tentamos tratar do início, não esperamos que ela se agrave. E por que no governo, no controle da criminalidade teria que ser diferente? Por que tanta demora para que as primeiras providências sejam efetivamente tomadas?
O que parece é que não há interesse do governo para resolver a questão da segurança. O que nos deixa crer que cruzou os braços e quer que a criminalidade continue. Quem estará em nome do povo dizendo que faz algo, mas que na verdade trata o mal com descaso, despreparo, desatenção e superficialidade? Qual o verdadeiro interesse nisto tudo? O governo do estado não agiu com rapidez e prontidão, deixou que os acontecimentos tomassem forma. Para quê afinal foram eleitos?
O problema agora apresenta uma nova realidade. Não podemos mais viver no passado. As leis antigas que já não condizem com a nossa realidade, precisam ser mudadas com urgência. A lei que protege o menor não pode mais fazer parte da realidade deste século. Os tempos são outros e as leis também precisam acompanhar este desenvolvimento. Não podemos viver num passado onde os menores tinham atitudes completamente diferenciadas, eram outros tempos. Precisamos urgentemente aceitar que as coisas mudaram e a legislação precisa acompanhar esta mudança. Afinal apreender o menor e soltar amanhã não é solução. Se ele cometeu uma ação má, um crime precisa reparar o erro a sociedade.
            O Centro Educacional São Lucas, fechado há dois anos acabou sendo um grande intensificador do crescimento da marginalidade. E não foi difícil de perceber que o fato é uma realidade. Bastou que o local fosse fechado para que pudéssemos verificar o crescimento dos assaltos, mortes, além dos Ataques a Santa Catarina.
            Precisamos dar um basta a tudo isso. O Brasil necessita da mudança de leis, da diminuição da maioridade penal para 13 anos. Com 13 anos, o jovem já tem plena distinção do que faz. A lei foi feita para que o menor fosse protegido, mas não podemos proteger quem assalta, quem mata em detrimento das pessoas de bem. Não podemos deixar jovens que cometem crimes a solta enquanto os cidadãos de bem se trancam em suas casas.
             Um novo centro educacional deve ser construído com a mais breve urgência. Antes necessitamos do apoio dos legisladores e governantes. O povo pede, o povo clama, o povo quer respeito. 



Ismênia Nunes – Estudante de Jornalismo
Publicado no Jornal Diário Catarinense 
em 08-03-13 (dia da mulher) Caderno Continente Interbairros –Página inteira






quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Grande Sonho

 Jaqueline Aranha entrevista Ismênia Nunes - Estácio de Sá durante programa TV
Foto: Jaqueline Aranha - Estácio de Sá durante programa TV



       Olá pessoal, hoje estou fazendo uma postagem diferente. Na foto acima estou no Centro Universitário Estácio de Sá onde curso jornalismo. O dia de hoje foi marcado para a turma fazer um programa de entretenimento. Não perdi tempo quis logo ser a entrevistada, não podia perder a oportunidade de falar do meu livro, o meu grande sonho, sim, meu grande sonho é levar a público o livro que venho escrevendo...
         O nome do livro? "O Segredo de Norberto", um romance.
       O programa foi muito legal e divertido,a minha colega Ingrid trouxe essa boina aí que combinou direitinho com a blusa vermelha e o sapato também vermelho que eu usava e que insistia em mostrar para a câmera, no fim das contas virou graça.
         Fui entrevistada pela colega de classe Jaqueline Aranha que também fez a foto, foi divertido e diferente. Embora mal comecei a falar e já era a vez do outro quadro entrar, fui tudo muito rápido, aliás em TV é assim... Mas valeu...



Ismênia Nunes
ismenianunes_jornalismo@yahoo.com.br





domingo, 30 de setembro de 2012

Prefeito Djalma desmentido por moradora de São José

Policlínica de Barreiros - Foto: Ismênia Nunes



O Prefeito de São José, Djalma Berger é desmentido por cidadã Josefense quando afirma não haver filas em postos de saúde. Segundo o vídeo postado abaixo, o prefeito diz que é uma mentira deslavada pessoas se dirigirem aos postos às 4h da manhã.


Por: Ismênia Nunes



A saúde em São José anda cada vez pior. E nada melhorou na atual administração Djalma Berger, aliás, piorou. Os Josefenses têm que acordar duas, três horas da manhã para conseguir uma ficha para uma consulta, o que pode ser constatado no vídeo. Os exames de rotina como sangue chegam há demorar oito meses no município. Exames e consultas com especialistas são ainda mais demorados. Raras são os casos em que um paciente é atendido em menos de seis meses. Normalmente uma consulta ou um exame com especialistas chega a durar anos.
Enquanto isso, Djalma tenta enganar o povo com a construção de uma policlínica onde parou a obra várias vezes por irregularidades. Policlínica esta, que não está sendo paga com o dinheiro da prefeitura, mas o que aconteceu foi uma permuta de terreno público. Se nossos leitores observarem a policlínica é o prédio da frente, em branco e o prédio do fundo, bem maior é o que pagará a construção, ou seja, o prédio em questão é particular, será o pagamento da construção realizada pela construtora. Conforme noticiado anteriormente, uma lei de 2009, a lei dos 25% que fazia essa permuta. A construção da obra pelo uso dos demais 75% do terreno para pagamento da obra, ou seja, nenhum dinheiro da prefeitura foi investido. Djalma não tirou dinheiro do bolso nem da prefeitura, foi tudo um acordo de "amigos". Fica o questionamento, um terreno público pode ser utilizado para pagamento de uma obra pública e virar terreno particular? Agora os prédios do fundo serão da construtora que negociarão a seu bel prazer. Chamo a imprensa a buscar mais e falar do assunto. Afinal por que estão todos calados? Isto é possível? É legal é constitucional? 

vídeo postos de saúde
http://youtu.be/J4niKAdeaF8 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Estudantes sabatinam candidatos em São José

Divulgação



Cerca de 300 pessoas acompanharam debate
promovido pela Estácio nesta quinta-feira


Juliano Nunes
All Press Comunicação



Alunos da Estácio tiveram na noite desta quinta-feira (13) a oportunidade de fazer perguntas e conhecer melhor os candidatos à prefeitura de São José, em debate que lotou o auditório da instituição. Cerca de 300 pessoas acompanharam o evento, que contou com a participação dos quatro candidatos – Adeliana Dal Pont (PSD), Djalma Berger (PMDB), Fernando Elias (PTB) e Rafael Melo (PSOL).

Com mediação do jornalista e professor da Estácio Guillermo Culleton, o primeiro dos quatro blocos foi dedicado a perguntas formuladas exclusivamente por estudantes. As perguntas se concentraram em questões do cotidiano da cidade, abordando problemas vivenciados no dia a dia dos próprios alunos nas áreas de mobilidade urbana, segurança, saúde, educação e desenvolvimento econômico e social.

“Em nossos estágios nas unidades de saúde nos deparamos com profissionais sem formação técnica. Como melhorar esse quadro?”, questionou uma aluna de Enfermagem. “Temos pessoas capacitadas”, respondeu Djalma, atual prefeito, que reclamou do Governo do Estado: “O Hospital Regional (da rede estadual) não atende nossa demanda”. Quando em outro momento Adeliana afirmou que “hoje se demora três meses para fazer um exame de sangue”, o candidato do PMDB voltou a culpar o Governo, dizendo que “quando o Estado aumentar as cotas do exame para o município, a história será diferente”.

Fernando Elias, antecessor de Djalma na prefeitura, apontou que para São José ainda “falta a maternidade municipal, o hospital municipal e o hospital infantil municipal”. Rafael Melo atribuiu os problemas na saúde a “indicações políticas” e prometeu diminuir os cargos comissionados, realizar concursos públicos e eliminar as filas nas unidades de saúde.


COMPARANDO OS MUNICÍPIOS

Quando o assunto foi a economia do município, Djalma lembrou que São José liderou (em junho) a geração de empregos no Estado em números absolutos. Adeliana retrucou dizendo que, na economia, “São José perdeu muito para municípios vizinhos, como Palhoça”.

O atual prefeito de São José voltou a cobrar o Estado na área de educação, com afirmações como “compare uma escola do Estado e uma escola do Município” e “o Governo entrou na Justiça para não pagar o piso dos professores”, e na segurança, ao alegar que “em São José temos que custear as câmeras de segurança”. Foi quando Rafael Melo disse que “temos (no governo estadual) dois anos de PSD e oito anos de PMDB; esse grupo político é um só”.

Ao ser questionado por Rafael Melo sobre como implantará o Plano Diretor do Município, Fernando Elias disse que esse assunto “dependerá da Câmara, daqueles vereadores que serão eleitos agora”. E apontou a necessidade de planejamento para a região metropolitana: “Transporte coletivo não dá para resolver sem pensar em região metropolitana. Com a coleta de lixo e a mobilidade urbana é a mesma coisa”.

Estudantes aprovam iniciativa

“Foi muito legal a Estácio promover o debate. Pude decidir em quem votar."
"Ver um debate ao vivo é bem diferente da televisão”.


O reitor da Estácio, Rafael Villari, lembrou o valor do debate. “Há não muito tempo, não tínhamos no Brasil esta oportunidade de debater democraticamente os problemas da sociedade. Hoje, podemos escolher nossos representantes, por isso trouxemos os candidatos para fazer valer esse direito. Para nós da Estácio é uma celebração”.