segunda-feira, 18 de abril de 2011

Daí a César o que é de César

Nesta manhã recebi um e-mail e achei por bem divulgar aqui no blog a notícia.

Afinal é um exemplo.

E-mail:
Em meio a tantas notícias ruins e dolorosas das últimas semanas, penso que notícias como esta, são ótimas para fortalecer a nossa esperança no amanhã... são um bálsamo, inegavelmente. Claudio Luis



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Motorista vítima das chuvas no RJ encontra R$ 74 mil e devolve ao dono

Dinheiro foi esquecido por passageiro na poltrona de um ônibus.
Agricultor contou que vendera carro para pagar tratamento de saúde da filha.

Vítima das chuvas que assolaram a Região Serrana do Rio em janeiro deste ano, o motorista de ônibus Joilson Chagas se deparou com uma provação. Depois de perder a casa da tragédia, após uma viagem de trabalho, entre Nova Friburgo e a capital fluminense, ele encontrou R$ 74 mil e devolveu ao dono.
Era a primeira viagem do dia e na chegada, depois da vistoria de rotina no veículo, feita após a saída dos passageiros uma surpresa: encontrou um celular e um pacote com documentos e o dinheiro perto da janela da poltrona de número 13. “Cheguei e vi um pacote enrolado com um
papel e um celular. Tirei, botei em cima da poltrona e verifiquei que era dinheiro. Muito dinheiro. Peguei, desci do carro e falei: ‘meu Deus, o que é que eu faço?’. É tentador”, admitiu o motorista.
Na volta ao terminal, viu um homem chorando e, sem saber que era o verdadeiro dono do dinheiro, foi perguntar o que tinha acontecido. “Ele disse que tinha perdido um documento no Centro do Rio. Eu perguntei o que era e vi que tudo o que ele tinha perdido estava comigo, dentro do ônibus. Eu perguntei se o celular dele era o que estava comigo e ele entrou em desespero. Acho que imaginou que eu estava com o dinheiro dele. Chamei ele num canto, conferi identidade, a passagem, tudo foi confirmado e fiz a devolução”, lembra Joilson.
O dono do pacote, que pediu para não ser identificado, era um agricultor que mora na Zona Rural de Friburgo. Segundo ele, o dinheiro era fruto da venda de um veículo que ele usava para escoar a produção e seria usado para pagar o tratamento de saúde de uma filha adolescente. Quando recuperou o pacote, chegou a oferecer uma recompensa de R$ 2 mil ao motorista, que recusou a oferta.
“Dê a César, o que é de César. Dê a Deus o que é de Deus. É bom a gente usufruir do que é nosso. O que não é nosso tem que ser devolvido. Fiz o que era certo. A melhor coisa que tem é você deitar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilo”, resumiu Joilson.




                 Realmente é um belo exemplo. Mas tive um caso deste acontecido quando era pequena com meu pai. Ele também achou uma quantia grande quando eu era pequena, e foi até a rádio descrevendo o pacote e o lugar sem dizer o conteúdo, uma senhora idosa havia perdido toda aposentadoria que estava ali, meu pai devolveu o dinheiro. Algum tempo depois nossa casa queimou, ficamos só com as roupas do corpo, eu tinha dois anos, meu pai não tinha pago a casa. Comprara com empréstimo, na verdade um adiantamento de possível vendas futuras, vendia colchas. A rádio sabendo do acontecido fez uma campanha a favor dele que ganhou tudo pra reerguer a casa. Casa está que vivo hoje.
                Ismênia Nunes

RESPOSTA:
Realmente são histórias muito bonitas, de ética, de caráter.

E agindo bem para com a vida, a vida age bem conosco.

Você receberá, de retorno, tudo o que der aos outros, segundo a lei que nos rege os destinos. André Luiz

Smiley

Abraços,

Cláudio Luis 

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